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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

5 dicas dos grandes varejistas para atrair e reter vendedores

As novas táticas para recrutar e manter funcionários nas lojas online e offline foram o assunto da primeira palestra do Retail’s Big Show, o encontro mundial do varejo realizado em Nova York. Para debater o tema “Como os varejistas estão atraindo e retendo talentos”, estiveram presentes Greg Foran, presidente da Walmart, Terry J. Lundgren, CEO da Macy’s, e James Rhee, CEO da Ashley Stewart. Confira a seguir cinco dicas para conquistar funcionários eficientes, capazes de proporcionar o melhor atendimento possível para os clientes.
 
1. Crie programas de treinamento contínuo Não adianta capacitar o funcionário que está chegando na empresa nos primeiros meses, e depois simplesmente deixá-lo trabalhando na loja. A nova geração, os millenials, tem necessidade de acumular novas experiências o tempo todo. Por isso, empresas como Walmart e Macy’s criaram programas de treinamento que nunca acabam. A cada novo módulo, os vendedores aprendem habilidades diferentes, que podem capacitá-los para promoções dentro da empresa.
 
2. Promova o entrosamento entre diferentes áreas da empresa É importante que o vendedor sinta-se parte integrante do negócio do qual faz parte. Sempre que possível, organize reuniões entre funcionários de diferentes áreas e diferentes níveis de hierarquia. Isso fará com ele eles percebam que existem diferentes oportunidades de crescimento dentro da própria companhia.
 
3. Recrute estudantes com conhecimentos em tecnologia Para conquistar o consumidor multicanal, é fundamental ter funcionários que dominem as últimas tecnologias disponíveis para o varejo, e sejam capazes de introduzir novidades hi-tech na loja. O melhor lugar para encontrar esses talentos são as universidades. É preciso criar programas e atividades que estimulem universitários a buscarem posições dentro do varejo. A Macy’s tem um time focado apenas na busca de talentos nas faculdades.
 
4. Não descuide do básico O avanço da tecnologia no varejo não significa que os vendedores tradicionais estão com os dias contados. Saber negociar com fornecedores, entender como funciona o estoque, desenvolver um bom relacionamento com o clientes: todas essas habilidades continuam sendo fundamentais para o bom funcionamento da loja. Tablets e sensores jamais vai substituir o vendedor nato: por isso, mantenha o olho aberto para esse tipo de talento na sua loja.
 
5. Dê ao vendedor as ferramentas de que ele precisa Não adianta o funcionário entender tudo sobre big data, se a loja não tiver o equipamento necessário para colher os dados do cliente que entra na loja, e o software adequado para analisar esses dados. Colocar tablets e celulares de última geração nas mãos dos vendedores é básico. Fornecer todas as informações possíveis sobre os produtos disponíveis e sobre o perfil do consumidor são atitudes fundamentais para melhorar as vendas.
 
Fonte: PEGN

#NRF17. Experiencia digital y datos para la nueva era de la tienda física

nrf17 deloitte general
(Por Alicia Davara)
 
El tráfico en tiendas disminuye, las ventas crecen pero menos de lo esperado, el consumidor confiesa no ver cumplidas sus expectativas en el final de su recorrido digital hacia la compra en los espacios físicos. A pesar de ser el destino preferido para la gran mayoría de los compradores, los canales brick & mortar han perdido su poder de atracción. ¿Cuáles son las claves del éxito en la nueva era retail?
 
Los consumidores han cambiado de hábitos. También de óptica hacia el lugar donde realizan sus compras. Para ellos, ya no hay fisuras entre canales, on line y off line, son simplemente lo mismo. La integración entre canales-físicos y virtuales- de la que se habla como una necesidad hace tiempo, se ha convertido en un punto crítico para la tienda física.
 
En paralelo a conocerse los datos del clásico informe Global Powers of Retailing 2016″, Rod Sides especialista en Retail de Deloitte, aprovechó su intervención en Retail’s Big Show para dar un toque de atención a los clásicos brick & mortar. Y lo ha hecho con datos, los de las ventas detallistas en Estados Unidos que, si bien están creciendo, no como se esperaba. (ver más abajo el video completo con la intervención de Rod Sides en NRF17) 
De hecho, el tráfico en las tiendas físicas, disminuye. El viaje del cliente ahora empieza antes. Y empieza online, sea para el conocimiento e información de productos y marcas, sea para comprar- en el On- o para terminar el camino en el Off.
 
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nrf17. deloitte trafico en tiendas
 
Alerta Rod Sides.
 
Las tiendas continúan siendo el lugar principal donde los consumidores hacen la gran mayoría de las compras. Y no siempre estas responden a sus nuevas expectativas.
En una investigación realizada por Deloitte entre 2.000 personas y el análisis de medio millón de tweets, la consultora detectó como menos de la mitad de los encuestados (47 %) está satisfecha con su experiencia cruzada entre canales (variedad, disponibilidad de productos) y menor proporción aún (41 % de los consultados) mostró cubiertas sus expectativas en la experiencia emocional (confianza, programa de fidelización, productos extras y de calidad)
 
nrf deloitte expectativas
 
Las expectativas-o pre-experiencia- de producen online. Y los retailers, aún hablando de omnicanalidad, no acaban de comprender y menos implementar, una estrategia de integración online y off line, utilizando para ellos los datos, que pueden proporcionar un mejor y más cercano conocimiento del cliente.
 
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La integración en línea y fuera de línea, aprovechando datos significativos de los clientes , será la clave para poder ofrecer en los espacios físicos una experiencia única e irrepetible. El premio, será la ansiada repetición del viaje.
 
(Ver video con la exposición completa en NRF17  “From Data to Delight: An Insight-Driven Revolution of the In-Store Experience, con Rod Sides, Retail, Wholesale and Distribution Leader, Deloitte LLP; Mike Mauler, EVP and President, GameStop International, GameStop Corporation y Colin Watts, Chief Executive Officer and Chief Health Enthusiast, The Vitamin Shoppe
http://nrfbigshow.nrf.com/)


 
Fonte: distribucionactualidad

Franchising brasileiro projeta crescimento de até 9% neste ano

Mesmo sendo um ano desafiador para a economia, o mercado de franquias se manteve estável e deve chegar a um crescimento de 8% no faturamento em 2016, segundo a prévia parcial da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que foi divulgada na coletiva de imprensa realizada no último dia 12 de janeiro.

Segundo a pesquisa, os setores que continuam em destaque por conta de sua representatividade é o de alimentação com 36% das redes, serviços educacionais com 18%, moda com 14% e seguido por saúde, beleza e bem estar com 12%, sendo esse último o que obteve maior crescimento nos últimos anos.

Um dos fatores que garantiram o excelente desempenho do segmento de alimentação foram as redes com mais de 10 anos de atuação. Um exemplo é a Patroni, fundada há mais de três décadas, atualmente é a maior rede de pizzarias do Brasil com 210 lojas em todo o país. A rede chegou a um faturamento de R$ 360 milhões em 2016, um crescimento de 5% em relação a 2015. Para este ano, a marca prevê um incremento de 28% em faturamento e 23% em número de lojas.

Outro nicho promissor em franquias é o de serviços educacionais, um dos precursores do franchising, que tem registrado aumento na procura por cursos em função do cenário econômico do pais. A Sigbol Fashion, especializada em formação profissionalizante em confecção e moda, teve um crescimento de 20% nas matrículas no segundo semestre de 2016. Aproveitando o bom momento para o setor, a marca desenvolveu um modelo de microfranquia, com investimento inicial de R$ 80 mil e prazo de retorno entre 9 e 18 meses, para viabilizar seu crescimento fora dos grandes centros.

Outro exemplo de sucesso é a Evolute Cursos Profissionalizantes, que se destaca por oferecer mais de 70 módulos, entre cursos profissionalizantes e de idiomas, em suas 90 unidades. No último ano, incorporou o ensino de línguas e teve um crescimento de 18% em volume de matrículas, colaborando para o faturamento de R$ 32,4 milhões. Em 2017, a rede, que faz parte da holding Grupo VA, pretende investir em formações voltadas para o público jovem, chegar a 130 unidades e elevar o ganho anual para R$ 47 milhões.

Já o de moda, reconhecido por criatividade e inovação tem marcas com mais de cinco décadas no mercado que se sobressaem. É o caso da Tip Top, referência no mercado infantil há 64 anos, que encerrou o ano de 2016 com 110 lojas espalhadas por todo o país, um crescimento de 5% se comparado ao ano anterior. Apostando sempre em novidade, lançou o novo modelo de negócio, o primeiro quiosque do mercado têxtil infantil. Para 2017, a rede pretende abrir 14 novas lojas, sendo cinco do modelo enxuto projetando um crescimento 12% em número de unidades. Outro destaque é a tradicional rede de franquia Hope, que há 50 anos no mercado de moda íntima inaugurou 25 franquias em 2016, totalizando 165 unidades distribuídas pelo país. Para 2017, a marca pretende expandir em cidades com mais de 50 mil habitantes, por meio dos modelos de negócios compactos com investimento inicial a partir de R$ 180 mil, e prevê inaugurar 30 novas operações ao longo desse ano.

Por fim, o quarto segmento com números expressivos, saúde beleza e bem estar, está inserido em um mercado com crescimento arrojado e que não sofre muito com a retração econômica. Prova disso, é o Grupo Sóbrancelhas, com duas marcas de destaque, vem ganhando espaço em todo o Brasil, com a Sóbrancelhas e a nova rede Beryllos. Pioneira em quiosques especializados em embelezamento do olhar e da face, a Sóbrancelhas alcançou cerca de 200 unidades e faturamento de R$ 55 milhões de reais. Para este ano, serão inauguradas as primeiras operações internacionais, além das 50 novas lojas. Outra aposta do grupo é a primeira cuticularia do Brasil, que tem meta de chegar a 10 operações no primeiro semestre de 2017 nas regiões paulistas e alcançar um faturamento de R$ 18 milhões este ano. Nesse cenário, o Mercadão dos Óculos que se destaca por oferecer itens até 60% mais baratos que a média do mercado, remou contra a maré e fechou 2016 com 105 unidades em funcionamento no país, das quais 37 foram inauguradas. Para 2017, a rede planeja a abertura 80 novas lojas.

Segundo o balanço, o setor de franquias pode crescer de R$ 139,593 bilhões para R$ 150 bilhões, um crescimento de 8% em 2016. Já a projeção de crescimento no faturamento em 2017 é de 7% a 9%.
 

Design de Loja: o que funciona?

Reduza os custos e foque nas vendas.
 
 
 
 
Há diversas maneiras de melhorar a estética das lojas, mas isso não significa necessariamente que elas irão vender mais e, tampouco, que o valor do investimento será menor. Aliás, a relação costuma ser inversa, novas lojas têm o péssimo hábito de custarem mais caro que suas antecessoras. Abaixo seis dicas rápidas e práticas para o design de loja ter foco nas vendas, sem quebrar o orçamento.
 
 
1. Menos é mais. Sempre. Quando tudo se torna uma prioridade de venda na loja, nada é destacado. Lojas muito cheias podem fazer com que a exposição pareça “empilhada”, congestionar o trajeto do cliente, afastar a atenção dos consumidores e reduzir os pontos focais. Parece simples e intuitivo, mas na prática inúmeras lojas transferem o estoque para área de vendas e se acostumam com ele por lá. Construa uma hierarquia de destaque, exposição e comunicação. É preciso fazer escolhas. Privilegie os produtos de maior giro e margem de contribuição nos melhores locais da área de vendas.
 
2. Divida a loja em pequenas áreas. Cada parte da loja demanda uma estratégia diferente: vitrine, entrada, início do trajeto, perímetro, centro, provador, caixa, etc.. A vitrine e a entrada da loja são pontos de atração do tráfego e precisam apresentar uma comunicação clara para contar, em poucos segundos, a proposta do interior da loja, desde o tipo de produto que vende até o nível de preços que pratica. Já o início do trajeto precisa ser inspirador para o cliente. A exposição do perímetro e do centro da loja precisam contar histórias atrativas, envolventes e proporcionar um senso de descoberta no consumidor.
O caixa é uma área operacional, e não de destaque. A exposição de produtos no caixa deve ser considerada como venda adicional, marginal e acessória. Considere que esse espaço tem menor importância no volume de vendas da loja e participação inferior na taxa de retorno do investimento, então evite deixar a área de caixa numa posição de destaque.
 
3. Dê maior importância à iluminação. A iluminação tem o poder de expressar conceitos, diferenciar a loja da vizinhança e destacar os produtos de interesse. Mais do que ambientar o espaço de compra ou transmitir um conceito da marca, a iluminação “afinada” pode fortalecer a estratégia de vendas. A boa notícia é que os novos equipamentos de iluminação nativos na tecnologia LED têm menor valor de investimento que as suas primeiras versões.
 
4. Invista menos. Isso mesmo, invista menos em materiais na loja, reduza o investimento total e melhore a rentabilidade do negócio. Cerca de 8% do investimento total de uma loja de 200m² pode ser reduzido apenas substituindo materiais, sem alterar o aspecto visual.
Numa sociedade cada vez mais voltada para a reciclagem, redução e reuso, não é estranho que as lojas sejam mais simples, econômicas e não tenham exagero de materiais construtivos ou acabamentos. Mais do que lojas ecologicamente corretas e ambientes luxuosos à altura do posicionamento das marcas, os consumidores estão cada vez mais conscientes do uso, desperdício e da origem ou destino dos recursos. Lembre-se que os discursos corporativos engajados com o meio ambiente e a sociedade demandam coerência entre a teoria e prática.
Um exemplo de economia é a loja de doces Candy Room da Austrália que utilizou adesivos para simular o mobiliário e a decoração da loja.
 
 
 
5. Mude o cenário. Cheiro, música, temperatura, exposição cênica são alguns dos fatores que normalmente não são planejados no design de loja e fazem muita diferença na experiência do cliente. Percepções sensoriais e a empolgação no processo de compra influenciam muito as vendas. O ambiente de compra é alterado inúmeras vezes após a inauguração da loja e as instalações, então construções fixas e o mobiliário são limitadores das mudanças de campanhas, destaques, liquidações e da criação de cenários. Quanto menores, mais neutras e flexíveis forem as instalações, melhores serão os espaços para a loja mudar seu cenário. A redução das instalações também irá reduzir o investimento na loja.
A rede norte-americana Anthropologie, de vestuário e artigos para o lar, divide a loja em pequenos espaços vazios concebidos como micro cenários que mudam totalmente de acordo com a campanha da marca.
 
 
6. Faça um mapa. Os melhores designs de loja têm o trajeto do cliente mapeado com pontos de atração visual, redutores de velocidade na jornada de compra, regiões de maior concentração de pessoas, locais de maior interatividade, paredes de destaque e outras trilhas que comumente não têm relação com o investimento da loja, mas fazem toda a diferença na performance das vendas. A jornada de compra precisa ter momentos altos e baixos, sensações de descoberta e trajetos que contem histórias e que consigam ir além de uma simples exposição de mercadorias à venda. Os trajetos de compra não acontecem ao acaso, são ordenados e planejados para induzir as percepções dos clientes. Afinal, não é por acaso que não gostamos de determinadas lojas. O design de loja eficaz foca na experiência do cliente.
 
Fonte: Dexi
 
 
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Como as empresas podem fidelizar seus clientes?

O primeiro passo está relacionado à expectativa em contraste com a realidade diante do que o cliente espera e deseja.
 
Um um cenário onde as empresas estão cada vez mais competitivas e querendo ganhar seu espaço no mercado, com a rapidez para lançar novidades e a interação com o consumidor acontecendo de forma mais dinâmica e comunicativa, o grande desafio do mercado atual é se destacar em meio a tanta informação e formas de ser impactado. Então como a empresa pode ser reconhecida e, principalmente, conquistar a fidelidade de seus clientes?
 
O ponto de partida, a meu ver, é tentar entender o que realmente é importante para o seu cliente. É extremamente importante estudar a diferença na vida do cliente e como, por meio de seu produto ou serviço, a empresa pode tornar-se mais próxima, a ponto de ser lembrada e se tornar referência naquilo que se propõe a entregar. Diante disso, cabe reforçar que os consumidores estão mais exigentes, são completamente conectados, tem acesso à informação, pesquisam e interagem com outros consumidores.
 
O primeiro passo para conquistar a fidelidade do cliente, portanto, está relacionado à expectativa em contraste com a realidade diante do que o cliente espera e deseja frente ao que a empresa de fato entrega. Esta experiência deve ser positiva do início ao fim.
 
Outro fator primordial é como eu, sendo empresa, me relaciono com o cliente. Preciso questionar a mim mesma sempre se as expectativas estão sendo atendidas. Caso seja positivo, o ideal é buscar superá-las. Outra pergunta que devemos fazer sempre é: como eu posso surpreender o cliente de uma forma positiva? Não é uma missão fácil, considerando que cada cliente possui os seus próprios desejos e necessidades – e estas podem variar bastante – e tornar toda a experiência positiva e conquistar o cliente naquilo que ele anseia é o que de fato importa.
 
Um grande diferencial para atingir essa fidelidade é o relacionamento. Interagir com este cliente, ouvi-lo, reconhece-lo, levantar pesquisas. Além disso, implementar e apresentar melhorias de forma direcionada no estilo “O que já era bom, ficou ainda melhor” também é um grande diferencial que uma empresa pode aderir. Cliente gosta e valoriza atenção, portanto, ações de reconhecimento devem ser realizadas. Envie um presente, uma mensagem, algo que simbolize que a empresa lembrou dele. Isso fará com que seu cliente se sinta importante e querido, e com certeza lembrará da sua empresa quando precisar.
 
* Por Debora Sumitomo, Head da Vale Presente
 
Fonte: Portal no Varejo

EM FRANKFURT, UMA NOVA PROPOSTA PARA ALIMENTAÇÃO EM SHOPPING


Até 2018, mall da cidade irá inaugurar o Foodtopia, prometido como “uma nova experiência em alimentação e entretenimento”
 
Por Ticiana Werneck
 
 
Foodtopia, o espaço a ser inaugurado no shopping center MyZeil, de Frankfurt, em 2018, vem sendo anunciado pela imprensa acompanhado de adjetivos como “espetacular!”, “sensacional!”.
Isso porque o projeto da ECE, empresa desenvolvedora e administradora de shoppings – possui no portfolio quase 200 shopping centers em 14 países -, promete romper com o conceito atual de praça de alimentação em malls.
O Foodtopia será um andar inteiro dedicado a opções inovadoras em alimentação e entretenimento, no terraço do mall.



Algumas informações e imagens do projeto foram compartilhadas com potenciais varejistas alimentares pela ECE no final de novembro em um encontro. Na ocasião, o expert em culinária britânico e diretor da consultoria em foodservice JLL, Jonathan Doughty disse: “É importante entender que Foodtopia não será uma praça de alimentação. É muito mais que isso,” enfatizou. “Queremos criar um ambiente perfeito que combine opções em alimentação, opções em preços e opções em experiências, com qualidade e ótimo serviço, combinado a uma arquitetura moderna, paisagismo, design sofisticado e acesso à linda paisagem da cidade. Foodtopia criará emoções nas pessoas e se tornará um destino de lazer”, disse
Ainda durante a apresentação para os varejistas, Marc Blum, chefe de arquitetura da ECE reforçou que o Foodtopia “será uma experiência verdadeiramente especial que irá combinar compras com alimentação, lazer e entretenimento”.
O conceito gastronômico está ancorado em variados bares e restaurantes premium internacionais e regionais de sete diferentes tipos de culinária, com opções para qualquer hora do dia.
A paisagem também promete conquistar os frequentadores, já que Foodtopia estará localizado no terraço do MyZeil. Nele, também está previsto um complexo de cinema premium que irá oferecer serviços exclusivos.
Foodtopia será uma das principais atrações do projeto de revitalização que já está em andamento no MyZeil.
 
Fonte: Abrasce

Assai planeja abrir 20 novas unidades em 2017

O Assaí Atacadista pretende continuar o processo de expansão por todo o Brasil neste ano e inaugurar 20 novas unidades. Em 2016, a rede finalizou o ano de somando 13 novas unidades e contando com investimentos que chegaram a R$ 485 milhões, além de gerar 3.250 vagas de emprego em todo o Brasil.

Sobre as inaugurações previstas para este ano, estão novas unidades e potenciais conversões de lojas Extra Hipermercado em Assaí, fortalecendo a presença da rede nos estados onde está presente e a entrada em novas praças.

A rede investe em várias regiões em seu plano de expansão. Só em dezembro, foram inauguradas novas lojas em quatro estados diferentes: duas em São Paulo, na Baixada Santista (Praia Grande e São Vicente), uma no Pará (Belém), uma na Bahia (Paulo Afonso) e outra no Rio Grande do Norte (São Gonçalo do Amarante).

Juntas, estas cinco lojas inauguradas em dezembro demandaram investimento de aproximadamente R$ 200 milhões de reais e adicionaram mais de 77 mil metros quadrados de área construída ao parque de lojas da rede e 28 mil metros quadrados de área de vendas.
 
Fonte: Revista Super Varejo