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terça-feira, 17 de julho de 2018

undador do Grupo Boticário distribui rosas na reinauguração de milésima loja da rede

O fundador do Grupo Boticário, Miguel Krigsner, distribuiu rosas nesta quinta-feira (12) em cerimônia que marcou a reinauguração de uma loja da rede na Rua das Flores, em Curitiba. Inaugurada nos anos 1990, o ponto é simbólico para a marca – essa foi a loja número 1.000 de uma rede que, hoje, soma mais de 3.700 pelo país.

Até o fim desta sexta-feira (13), serão distribuídas 1.000 rosas e muitos sorrisos para os consumidores que forem conhecer o novo projeto, inspirado na botica que deu origem ao Boticário, nos anos 1970. Revelada como um modelo ainda em testes em dezembro do ano passado pela Gazeta do Povo, a nova loja renova a experiência de compra com mais oportunidade de experimentação de produtos, traz os segredinhos dos lançamentos e ainda tem soluções sustentáveis em seu modelo construtivo. É a primeira unidade de rua inaugurada no novo modelo.


ara facilitar a circulação, a nova loja não conta com uma área fixa de caixa. As consultoras, como são chamadas as vendedoras/atendentes, finalizam a compra do consumidor em um terminal de vendas individual. As prateleiras também são modulares para facilitar a montagem e desmontagem das estruturas, quando necessário.
Na área de perfumaria, há telas com conteúdo interativo que contam a história de cada produto. O conteúdo inclui quais ingredientes, matérias-primas e técnicas e produção são utilizadas em cada uma das fragrâncias. O cliente pode conhecer, por exemplo, como é feito o álcool vínico que dá origem ao Malbec.
A nova loja tem, ainda, novas cores, como preto e tons madeira, e uma iluminação mais intimista, que deixa o ambiente um pouco escuro.
Fonte: Gazeta do Povo - PR

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Shopping Centers vs. e-Commerce: o inimigo de ontem pode ser o aliado de amanhã

Mês passado, durante uma reunião, ouvi do superintendente de um shopping center americano essa frase instigante: “Se o meu lojista não for omnichannel, é sinal de que ele não está em sintonia com o consumidor e, portanto, não terá bom desempenho”. Esse pensamento contraria a ideia que predominava na indústria de shopping centers até pouco tempo atrás, quando o e-commerce era considerado um inimigo a ser combatido. Hoje, esse assunto passou a ser visto com outros olhos.
O que mudou de lá para cá?
Dados do US Census Bureau mostram que em 2017 as lojas virtuais concentraram 8,9% das vendas totais do varejo nos Estados Unidos. É com base neste número que muitos especialistas minimizam a ameaça do e-commerce ao varejo físico, argumentando que mais de 90% das vendas ainda acontecem em lojas de tijolo e cimento. A questão é que se considerarmos todas as vendas influenciadas pelo digital, esse índice sobe para 51,4%. Se pensarmos apenas nas vendas off-line, nada menos do que 38,5% dessas transações em território americano foram digitalmente influenciadas por meio de ações como comparações de preços, consulta a avaliações de clientes e pesquisa de atributos de produto, entre outras coisas, de acordo com a Forrester Research. A conclusão é simples: do ponto de vista do consumidor, o omnichannel é um caminho sem volta.
De que maneira essa constatação afeta os shoppings? O varejo físico tem investido cada vez mais em estratégias como ‘click & collect’ (compra online, busca na loja), o que para os shopping centers pode até significar vantagem: segundo o ICSC (International Council of Shopping Centers), 61% dos clientes que vão retirar produtos em lojas físicas acabam comprando algum item adicional. Numa demonstração de que estão dispostos a rever antigos conceitos, alguns empreendedores americanos começaram até a instalar lockers da Amazon no mall, para que os clientes possam retirar ali produtos comprados na web, de olho no aumento de fluxo que isso pode gerar. Essa, porém, pode ser apenas a ponta de um imenso iceberg.
Aqui no Brasil já tem gente testando novos caminhos. A CCP (Cyrela Commercial Properties) lançou, no final de 2017, seu marketplace para venda online de produtos dos lojistas, com retirada nas lojas físicas localizadas em shoppings da rede. A brMalls, por sua vez, anunciou mês passado uma associação com a Delivery Center para criar em shopping centers uma espécie de central de logística para entrega de produtos vendidos pelo e-commerce dos lojistas. A Multiplan, segundo rumores do mercado, não deve tardar a também surfar a onda da integração dos canais de venda.
No entanto, o omnichannel pode produzir ainda outra valiosa oportunidade para os shopping centers: o desenvolvimento de uma nova geração de lojistas, bem sintonizados com o gosto dos consumidores mais jovens. Durante a RECon, importante evento promovido em maio pelo International Council of Shopping Centers, a Fifth Wall, empresa de Venture Capital, deu uma boa dimensão da quantidade de varejistas online que está cruzando a ponte entre o digital e o físico, para se aproximar dos seus clientes finais. Para entender o que isso representa, basta dizer que, ao final de 2017, nada menos do que 44 marcas nativas digitais já operavam 167 lojas em território americano. Estamos falando de negócios como Bonobos, Warby Parker, Indochino, allbirds, Peloton, Rent the Runway e outras mais – sem falar na Amazon, com suas Amazon Books e Amazon Go. A estimativa é que esse número pule em 5 anos para 281 marcas e 1.120 lojas. Por trás desse importante movimento de renovação está a constatação de que, assim como os varejistas físicos não podem abrir mão da presença digital, as marcas digitais também dependem das lojas de tijolo e cimento para crescer.
Em resumo, é hora dos shopping centers abandonarem a lógica simplista do ‘isso ou aquilo’, porque a divisão entre o mundo físico e o digital não faz mais sentido na cabeça do consumidor. A palavra de ordem é arregaçar as mangas e tratar de combinar o melhor desses dois mundos. Afinal, o inimigo de ontem pode ser um poderoso aliado amanhã.
*Por Luiz Alberto Marinho

Koni se reposiciona em todo Brasil com novo modelo de negócio


Maior rede de culinária japa do Brasil - há quase doze anos no mercado e mais de 100 restaurantes abertos em sete estados brasileiros -, o KONI participa pela 9ª vez da ABF Franchising Expo. Com mais de 3,5 milhões de clientes por ano e faturamento médio mensal de R$ 110 mil, apresenta um novo modelo de negócio a fim de se reposicionar no mercado, entrando e expandindo no segmento fast casual.


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O atual padrão Koni - imediatamente perceptível no visual das novas unidades com um ambiente mais moderno e clean – já está implantado com sucesso em 25 restaurantes. A rede coleciona 7 selos de Excelência em Franchising e tem seu novo modelo reconhecido e premiado pela ABF na categoria projeto arquitetônico (2017).

O aporte mínimo para a abertura de uma franquia é de R$ 430 mil com retorno de investimento estimado para 36 meses.

Para reforma de uma loja existente é de R$ 65 mil (valor referente ao modelo box adotado em shopping center),

As regiões Sudeste, Nordeste e Brasília são mercados de grande interesse da rede. Atualmente, um dos grandes impulsionadores de vendas é o sistema de delivery, responsável por 14,5% do faturamento da rede, com 51 lojas cadastradas e previsão de mais 15 restaurantes para entrarem no projeto. 

Mais sobre o Koni: com o propósito de democratizar a boa culinária japonesa, o Koni proporciona qualidade, sabor e preço justo com produtos frescos e criações exclusivas da marca, como o Poke Fresh Croc, Koni Krips, Roll Tartar Spicy, entre outros.

Um dos maiores pilares do Koni é a preocupação em desenvolver e investir em seus profissionais, dessa maneira foi criado um programa chamado Escola de Culinária, no qual os operadores de loja são transformados em verdadeiros chefes de cozinha através de aulas sobre produtos, serviço e imagem.

Fundado no Rio de Janeiro, sua essência carioca aliada a alta qualidade fez com que o Koni aterrissasse em novas terras, como o estado de Brasília, que hoje é uma das maiores praças da marca, estando atrás apenas do Rio de Janeiro. A rede, que desde 2006 é a preferida dos viciados em japa, faz parte do Grupo Trigo, detentor também das redes de alimentação Spoleto e Domino's Pizza.

RAIO X DA FRANQUIA:

• Investimento médio em loja de shopping (30m) = a partir de R$ 430 mil (sem taxa)

• Investimento médio em loja de rua (150m²) = a partir de R$ 675 mil (sem taxa)

• Faturamento médio mensal = R$ 110 mil

• Taxa de franquia = a partir de R$ 60 mil

• Taxa de publicidade = 2% do faturamento bruto

• Taxa de royalties = 6% do faturamento bruto mensal

• Margem de lucro médio = 10% a 15%

• Prazo médio de retorno do investimento = de 36 meses a 40 meses

• Número mínimo de funcionários por loja = 9 funcionários

• Capital de Giro = R$ 20 mil

• Prazo do Contrato = 5 anos


Fonte: Falando de Varejo

terça-feira, 19 de junho de 2018

Por que o hard discount avança tão rápido no varejo do mundo?

Na Europa, nos Estados Unidos e agora também na América Latina, o crescimento dos formatos de lojas hard discount tem mostrado impressionante crescimento, sacudindo o setor de supermercados e conveniência.

Originariamente uma concepção alemã, o hard discount é uma operação focada em oferecer os mais baixos preços para produtos alimentares pela combinação de lojas simples, espartanas, com sortimento limitado, praticamente nenhum serviço, limitados meios de pagamentos, predominância de marcas próprias, boa localização e comunicação somente através de volantes e material de ponto de venda. 

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Marcos Gouvêa de Souza, do Grupo GS& Gouvêa de Souza
O modelo permite variantes, por exemplo, nos meios de pagamentos com aceitação de alguns cartões de crédito, inclusão de marcas nacionais, melhoria na apresentação da loja, comunicação na TV ou rádio e outros elementos mais.

Uma das variantes mais relevantes é a operação do In/Out, conceito pelo qual, semanal ou quinzenalmente, um grupo de produtos, fora do sortimento habitual da loja, é oferecido, com estoque limitado e a preços extremamente competitivos e que geram compra por impulso. Nessa estratégia podem ser oferecidos computadores, roupas, ferramentas, artigos para o lar ou outros itens em condições excepcionais que justificam a compra não planejada.

As principais empresas desse conceito no mundo são as alemãs Aldi e Lidl. E os números impressionam.

Aldi é de 1913 e hoje opera mais de 10.400 lojas em 20 países. Entrou nos Estados Unidos em 1976 e já tem mais de 1.800 lojas por lá, desafiando a meca do varejo com seu formato austero, ainda que tenha promovido uma série de adaptações para atender demandas específicas do consumidor norte-americano em produtos, marcas, serviços, meios de pagamentos e aspectos físicos das lojas.

Nos Estados Unidos, a Aldi lançou uma variante em formato, a Trader Joe’s, hoje com mais de 500 lojas, muito mais palatável ao gosto local, mas sem perder a essência de seu modelo totalmente focado em valor.

Seu mais direto concorrente global é a Lidl, de 1973, também com mais de 10 mil lojas em 30 países, que só entrou nos Estados Unidos em 2017 e tem feito diversas adaptações para atender características específicas daquele mercado.

Outros operadores e mercados

Muitas outras organizações, estimuladas pelas líderes Aldi e Lidl, desenvolveram modelos similares para atender consumidores focados só em preço baixo em outros mercados.

Na América Latina, a Colômbia tem sido um mercado em profunda transformação pelo impacto do hard discount que já soma perto de 1.600 lojas em apenas poucos anos.

Entre os onze maiores varejistas do país, pelos dados da Fenalco, os operadores de hard discount, em apenas seis anos, já conquistaram 6,5% de participação.

O conceito precursor foi a D1, lançada por um grupo local e hoje operado pela Koba, associação entre empresas colombianas e que atua em mais de 560 lojas. É a rede mais próxima do conceito puro de hard discount, inclusive só vendendo com pagamento em dinheiro. Seu faturamento no ano passado teve crescimento de 45,5% sobre o ano anterior.

Outra marca no segmento é a Ara, do grupo português Jeronimo Martins, que o desenvolveu na Armênia e implantou na Colômbia há apenas seis anos e já abriu mais de 150 lojas nesse curto período. Em 2017, teve crescimento de 73,4%.

Os antigos controladores do D1, Grupo Mercaderias, lançaram recentemente outro formato nesse mesmo conceito, a Justo y Bueno, com algumas mudanças na apresentação da loja e com expansão via franquia, mas com a mesma proposta estratégica.

Numa variante do conceito, os controladores da Justo y Bueno, adaptaram a proposta do hard discount puro de alimentos para lançar uma rede de food service, incluindo cafeteria e padaria, a Tostao Pan y Café, que em três anos abriu 285 unidades e deverá chegar ao final de 2018 com 400 unidades.

O que justifica o sucesso do hard discount?

De forma simplista, o fenômeno do crescimento do hard discount em alimentos está na exacerbação do comportamento pragmático e racional de parcela crescente dos consumidores do mundo.

Nos países mais maduros, a maior racionalidade acompanha o envelhecimento da população. Nos países emergentes é a possibilidade de acesso a produtos a preços mais baixos, especialmente em situações de maior volatilidade econômica.

Na lógica da Multipolarização, o vetor valor é aquele que mais tende a crescer dentre os formatos de varejo físico, especialmente para as compras de alimentos, bebidas, produtos de limpeza e higiene pessoal.

Sua confirmação no Brasil está na expansão e desempenho do atacarejo, de marcas como Atacadão, Assaí, Roldão, Maxxi e outros, sendo o formato que mais cresceu nos últimos anos, antes, durante e, com certeza, na pós-recessão pela qual passamos.

Na mesma linha, o Dia, spin off do Carrefour a partir da Espanha, com sua proposta “Soft Discount”, tem obtido forte crescimento, com lojas corporativas e franquias, apoiadas na alta participação das marcas próprias e já opera perto de 1.000 lojas no país.

Mas essa combinação de lojas menores, mais próximas, despojadas, focadas em preço baixo, elevada participação de marcas próprias, características do modelo hard discount, sendo adaptado à nossa realidade operacional, logística e tributária, poderá ser a próxima onda no mercado brasileiro de varejo de lojas físicas.

Vale a pena considerar.

Por Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral do Grupo GS& Gouvêa de Souza


Fonte: Falando de Varejo


Cinco inovações para o varejo modernizar lojas e aprimorar experiência dos clientes


Inovações incluem suporte para instalar câmeras no rack de iluminação e uma parceria com provedores de músicas para aprimorar a experiência do cliente.


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Cinco tecnologias voltadas para o varejo acabam de ser lançadas pela fabricante sueca Axis Communications. Os lançamentos favorecem uma disposição mais elegante das câmeras de segurança no interior das lojas, facilitam a exibição ao vivo de câmeras em monitores no espaço de vendas, e permitem transmitir músicas em playlists customizáveis respeitando direitos autorais. Os lançamentos, já disponíveis no Brasil, complementam o portfólio de câmeras, controle de acesso e áudio inteligente para o varejo. São eles:

APP para exibir câmeras em TVs 
Para inibir furtos, algumas lojas optam por instalar monitores exibindo vídeos ao vivo do sistema de videovigilância. Outras lojas preferem deixar esses monitores à vista dos operadores de caixa. Algumas lojas de eletrônicos chegam a exibir as imagens das câmeras em TVs à venda como forma de atrair consumidores. Pensando nessa necessidade, a Axis lançou um aplicativo gratuito que facilita a visualização de imagens ao vivo em qualquer monitor. É possível exibir uma só câmera ou até 16 câmeras. Basta fazer o download do app (disponível para Apple TV e Android TV). O sistema, pensado para lojas com até 16 câmeras Axis, funciona com o software de gestão de imagens AXIS Camera Companion, também gratuito e disponível em www.axis.com/en-hk/support/downloads .

Câmeras em trilho de iluminação
O trilho de iluminação das lojas já pode ser usado para acomodar câmeras de segurança. Além de reduzir custos de instalação, a opção deixa o layout da loja mais elegante e com sistema de videomonitoramento ainda mais discreto. O acessório AXIS T91A33, disponível das cores branco e preto, foi criado para a montagem de uma ampla gama de câmeras Axis em trilhos de iluminação. Ele dispensa o uso de furadeira ou qualquer alteração no trilho, e torna desnecessário a passagem de qualquer cabo pelas paredes ou teto. Além disso, ao adotar esse modelo de instalação, o lojista consegue reposicionar as câmeras facilmente caso o layout da loja mude. O produto é compatível com trilhos universais de 3 circuitos e trilhos lineares.

Tranquilidade no escuro
As câmeras modulares são uma das principais inovações em videomonitoramento dos últimos anos. As lentes ficam numa ponta, conectadas via cabo Ethernet a uma única unidade principal, onde ocorre o processamento das imagens. Essa unidade principal pode ficar a 15 metros de distância da lente. O resultado são câmeras-miniatura de design extremamente discreto e instalação flexível. A novidade é que essas câmeras agora vêm com infravermelho embutido para visualização de imagens Full HD à noite ou em áreas da loja com pouca luz. Para lidar com o contraste de iluminação quando o escuro for invadido por uma fonte de luz abrupta, a câmera AXIS FA3105-L (que tem apenas 5,7 centímetros de largura) também possui a tecnologia WDR Forense.

Música para aumentar vendas
Já é consolidado no varejo o uso da música para aprimorar a experiência do cliente, aumentar a taxa de conversão e o ticket médio. Os alto-falantes IP da Axis, tanto de embutir quanto de instalação aparente, agora podem executar playlists dos provedores de conteúdo Soundtrack Your Brand, Royal Streaming, MUSIC2BIZ e Pinesker Media Company, todos aptos para uso profissional e em conformidade com direitos autorais.O conteúdo também pode ser usado com sistemas de áudio de outras marcas utilizando o conversor de áudio AXIS C8033, que transforma áudio analógico em IP. Para uma instalação 100% Axis, a solução tudo-em-um AXIS C2005, de embutir, que inclui amplificador, processador de sinal, funcionalidade de streaming, microfone e fonte de energia, tudo pré-configurado para uso imediato. Inclui suporte a SIP, permite regular o volume de cada unidade separadamente, e, sem precisar recorrer a um gerenciador de áudio, a solução permite sincronizar até 50 alto-falantes com a mesma playlist só com as funcionalidades que já vêm no produto.

Detecção de áudio para capacitação da equipe
A Axis também lançou uma tecnologia que permite ao gerente de uma loja acompanhar ao vivo o atendimento de seus funcionários. O módulo AXIS T61 agrega áudio a câmeras de segurança desprovidas dessa funcionalidade. Assim, os gerentes podem acompanhar à distância o atendimento de seus funcionários e ajustar o discurso de vendas. Com o lançamento, torna-se desnecessário adquirir câmeras novas apenas pela necessidade de agregar áudio ou conectividade I/O, o que preserva o investimento realizado em câmeras desprovidas dessas funcionalidades.


Fonte: Falando de Varejo

Para a fila andar - Tendências e Tecnologia

Experiência de compra é o termo da vez no varejo brasileiro. Facilitar o acesso a canais digitais,apostar na personalização e proporcionar a sensação de exclusividade são ações imprescindíveis para quem quer apresentar seus produtos a consumidores cada dia mais exigentes e seletivos. Atentos a esse cenário, os varejistas já perceberam que as novas tecnologias são a chave para umfuturo promissor, mas também que representam as ferramentas capazes de solucionarproblemas atuais, herdados de um passado analógico. Reduzir ou acabar com as indigestas filasdiante dos caixas, por exemplo, continua sendo uma meta para boa parte do setor. Não há experiência inovadora de compra que resista a longos e estressantes períodos de espera nos checkouts.
Pesquisa feita
 pela consultoria McKinsey mostra que em média o cliente tolera esperar até sete minutos para ser atendido em supermercados antes de se aborrecer. Um intervalo superior a 15 minutos é considerado intolerável — e pode levar o consumidor a desistir da compra. É exatamente nesse ponto que entram as novas tecnologias: elas asseguram que o varejista nãoperca uma venda já praticamente garantida e dão tranquilidade aos operadores de caixa, que então podem exercer suas funções de maneira mais eficiente e serena.  
Entre as 
tecnologias que começam a conquistar espaço no mercado destacam-se os coletores de dados voltados a operações de auto-compra — eles permitem que o próprio consumidor faça a leitura dos códigos de barras dos produtos e vá somando no equipamento o valor da compra, já chegando ao caixa com os produtos registrados, bastando realizar o pagamento. Há também caixas automáticos ultrarrápidos, capazes de registrar itens com velocidade até 5 vezes maior que um operador de caixa tradicional. Algumas inovações conseguem reduzir em até 80% o tempo de espera nas filas, enquanto outras concedem ao cliente autonomia para fazer compras sem o auxílio de um atendente, caso dos self-checkout, equipamentos que permitem ao cliente passar e finalizar sua compra sozinho.
E os avanços estão se democratizando no Brasil. Antes
 privilégio das principais redes varejistas — e nos grandes centros urbanos —, hoje estão ao alcance de estabelecimentos de todos os tamanhos e segmentos. Essa disseminação de novas tecnologias também para empresas de pequeno e médio portes é decorrente de uma mudança de atitude dos próprios empresáriosvarejistas. Frente às dificuldades impostas pelos desafios econômicos dos últimos anos, elesentenderam que era necessário voltar-se para dentro do negócio e apostar em gestão, mobilidade e agilidade nos pontos de venda, estratégias para manter a competitividade em momento difíceis. Com a recuperação da atividade, uma parcela dos lojistas já está pronta para aproveitar oportunidades, enquanto outros se preparam para retomar projetos engavetados.
Tendência na última década, o investimento das
 grandes redes em hipermercados vem cedendolugar a estabelecimentos menores, o varejo de vizinhança. Levantamento da consultoria Nielsenconstatou um aumento de 55,5% do número de lojas de vizinhança de cadeias organizadas entre janeiro de 2014 e agosto de 2017 — de 1.735 para 2.698 estabelecimentos. Nesses casos, o espaço limita a instalação de caixas adicionais, o que torna ainda mais desafiadoras a gestão dasfilas e a manutenção da satisfação dos clientes.
Diante
 de tantas inovações e soluções, cabe ao varejista analisar as mais adequadas para sua operação. Essa avaliação inclui, entre outros itens, o mapeamento dos horários de pico no estabelecimento e a verificação da quantidade média de itens adquiridos por cliente. O trabalho ajuda na identificação da tecnologia ideal para reduzir o tempo de espera dos consumidores. O velho ditado que diz que brasileiro adora uma fila já foi superado — pelo menos no varejo.
*Por: Fábio Lopez - Diretor de vendas da Datalogic no Brasil e no sul da América Latina.
Fonte: varejista.com.br

Varejo brasileiro cresce 3,0% em maio, apesar do impacto causado pela paralisação dos caminhoneiros

O varejo brasileiro apresentou alta de 3,0% em maio na comparação com o mesmo período de 2017, descontando a inflação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado, aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado nesta terça-feira, dia 19. Em termos nominais, número que reflete o que o varejista observa diretamente na receita das suas vendas, o indicador registrou alta de 4,6% frente ao ano anterior. 
O mês foi levemente prejudicado no efeito líquido entre feriados e trocas de dias da semana em relação ao mesmo período do ano passado. Ajustando a estes efeitos de calendário, teríamos 4,7% de crescimento nominal e 3,1% descontando a inflação.
“O resultado positivo de maio surpreende, já que tivemos a paralisação dos caminhoneiros no final do mês, que impactou negativamente o varejo", afirma Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo. "O que ocorreu é que tivemos uma dinâmica muito particular no mês de maio, com dois períodos muito claros e distintos: crescimento muito forte no período que antecedeu a crise de abastecimento e outro bem mais fraco, até com retração, no período da paralisação", explica o executivo. No período pré-paralisação, o ICVA deflacionado do mês foi de 4,5%. Já no período da paralisação, o ICVA foi de apenas -1,2% no mesmo conceito, impactando significativamente o resultado do mês. 
DIA DAS MÃES
O ICVA nominal da semana que antecedeu o domingo do Dia das Mães (7 a 13 de maio) registrou alta de 6,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O índice aponta que a semana movimentada pela data trouxe um ritmo de vendas melhor que o do mês como um todo, o que contribuiu positivamente para o resultado de maio.
SETORES
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o mês apresenta destaque positivo para o setor de Supermercados e Hipermercados, que se beneficiou com a estocagem no período da paralisação e fechou o mês com aceleração no conceito do ICVA deflacionado com ajuste de calendário. Outro setor de destaque foi o de Vestuário, que mesmo impactado negativamente pela paralisação, apresentou aceleração no mesmo conceito, puxado principalmente pelo Dia das Mães. Por outro lado, o setor de Postos de Combustíveis, como mencionado anteriormente, foi impactado negativamente pela paralisação e segue apresentando retração.
REGIÕES
Destaque positivo para as regiões de Centro-Oeste, Norte e Sul, que apresentaram as maiores acelerações dentre as regiões brasileiras, segundo o ICVA deflacionado com ajuste de calendário.
Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, comparando com o mesmo período do ano anterior, o varejo ampliado na região Norte apresentou alta de 7,6%, seguido pelas regiões Sul e Nordeste com 5,8% e 4,2% respectivamente. Por fim, vale mencionar as regiões Centro-Oeste, com alta de 3,9%, e o Sudeste, com alta de 1,3%.
Pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – o destaque foi a região Norte, que registrou alta de 8,5%. Em seguida, temos as regiões Sul e Nordeste com crescimentos de 7,2% e 6,4% respectivamente. Já as regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentaram crescimentos de 5,6% e 3,3% respectivamente.
SOBRE O ICVA
O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas, responsáveis por 1,15 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.
O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo e tem como proposta oferecer mensalmente uma fotografia do comércio varejista do país a partir de informações reais. 
COMO É CALCULADO
A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.
Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.
SOBRE A CIELO
Somos mais que uma máquina, somos uma empresa de tecnologia e serviços para o varejo. Lideramos o segmento de pagamentos eletrônicos na América Latina e nos tornamos uma das dez maiores corporações brasileiras em valor de mercado. Em 2017, capturamos em nossas plataformas mais de 7,3 bilhões de transações e R$ 613,8 bilhões em volume financeiro. A nossa crença é mover o mercado, e a ponta de pagamento é a porta de entrada para diversos serviços inteligentes e conectados entre si: oferecemos um portfólio de soluções para atender às necessidades dos nossos mais de 1,15 milhão de clientes ativos, desde os empreendedores individuais até os grandes varejistas espalhados por todo o país. Além de uma estrutura que mantém os negócios em movimento, com tecnologia de ponta, logística eficiente e os mais rígidos padrões de segurança, provocamos o mercado a evoluir. Inquietos, somos máquina, internet, celular e o que mais vier. Acreditamos que nenhum negócio nasceu para ficar parado e a nossa vocação é despertar essa mesma inquietude em cada um dos nossos clientes.
Fonte: Varejista.com.br