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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Shopping JK Iguatemi cria vitrine interativa

Shopping JK Iguatemi cria vitrine interativa

Convidativo e integrado com a cidade de São Paulo, o Shopping JK Iguatemi lança a ação "Como você está hoje?".
A partir do dia 4 de abril, o público que transitar próximo à vitrine do JK Iguatemi encontrará quatro balões infláveis em formato de emoji que, na medida em que o público passa e toca o sensor, acende fazendo com que as pessoas expressem suas emoções de acordo com o seu humor do dia.
A ideia é promover uma experiência interativa e sensorial para o público, de forma divertida. Faz parte do DNA do JK Iguatemi ser inspirador e promover experiências diferentes e inéditas para toda a família.
A vitrine ficará exposta até o dia 15 de abril.
How are you feeling today? – Vitrine Interativa
De 04/04/18 a 15/04/2018
Shopping JK Iguatemi
Avenida Presidente Juscelino Kubitchek, 2041 - Itaim Bibi, São Paulo
Sobre o JK Iguatemi
Projetado sob novo conceito de shopping center, desde 2012, o Shopping JK Iguatemi reúne arte, moda, entretenimento, lazer, tecnologia, cultura, design, gastronomia e excelentes serviços em um único lugar. Faz parte do seu DNA os pilares de inovação, experiência e modernidade, fazendo com que cada visita seja única e proporcionando oportunidades diferentes e inéditas para todos os públicos. Com a expertise e o diferencial em oferecer o mais completo e diversificado mix, o JK Iguatemi inova com qualidade e antecipa tendências para continuar sendo referência no setor. Para mais informações visite www.jkiguatemi.com.br 
Fonte: varejista.com.br

O que esperar para os marketplaces em 2018


Ano após ano a internet apresenta mais potencial para alavancar os diversos setores da economia mundial. No varejo eletrônico, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa é de um crescimento de 15% em 2018, atingindo R$ 69 bilhões de faturamento em seus mais de 220 milhões de pedidos distribuídos entre as lojas virtuais e marketplaces. Esse cenário favorável e de números voluptuosos, em que não existe mais o tabu de realizar uma compra on-line, faz com que os empreendedores vejam esse mercado com bons olhos. Com isso, é natural que existam mais sellers presentes em um ambiente que fornece toda a comodidade para os consumidores que querem adquirir qualquer produto em poucos cliques e de onde estiverem.


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Para auxiliar os novos vendedores, os grandes portais do varejo eletrônico brasileiro fazem uso do conceito de marketplace, ou seja, abrem espaços em suas lojas virtuais para que outros vendedores realizem a venda de seus produtos. Assim, o público se sente seguro por estar comprando em um site de uma grande rede. Por consequência, a empresa ganha em acessos e novos clientes para sua base de dados, e os players conseguem alcançar mais pessoas, fazendo seu negócio crescer. Apenas no segundo trimestre de 2017 foi registrado um aumento de 32,1% no número de lojistas oferecendo seus produtos por meio de marketplaces, segundo o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, da Precifica em parceria com a ABComm. Essa alta indica que o modelo é visto como promissor entre os vendedores e já não é mais uma tendência, mas sim realidade para os varejistas que buscam uma oportunidade de divulgar seus produtos com uma redução no investimento em mídia.

Ao ganhar robustez, é possível encontrar atualmente marketplaces segmentados, que reúnem diversos produtos para um determinado nicho de mercado, dando ao consumidor maior poder de escolha, já que ele pode realizar todos os comparativos – inclusive de preços – dentro de uma só plataforma. Assim como em 2017, quando os marketplaces ganharam novos sellers e os já antigos aumentaram sua atuação para outros shopping centers virtuais, a tendência é que para 2018 essa prática ganhe ainda mais força e espaço dentro das lojas de variados tamanhos e segmentos. Isso vai colocar o consumidor ao centro de toda a operação, já que ele não mais precisa demandar de seu tempo para realizar as comparações as quais julgar necessárias entre as lojas e produtos.

Escrito por Carlos Alves, Diretor de Marketplace da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e do Magazine Luiza, Carlos Alves é um dos precursores dos shoppings virtuais no país, sendo o primeiro lojista e integrar sua loja em todos os grandes players do comércio eletrônico nacional.

Fonte: Falando de Varejo

A vez das retailtechs


Se ainda não é possível de fato cravarmos que o cenário da economia brasileira se encontra em recuperação, podemos ao menos dizer que o cenário atual já nos permite respirar um pouco, apresentando uma certa estabilidade. Em todos os indicadores, a aparente sangria dos números e indicadores, causada pela crise, já estancou. Inflação, desemprego e juros atingiram índices que começam a sedimentar e fortalecer o terreno para uma ainda tímida retomada dos negócios.


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Varejo e consumo, um dos primeiros setores que sentiram a crise, começam a apresentar desde o semestre passado, dados mais positivos. O consumidor parece que voltou a comprar.

Durante a crise, o consumidor, ameaçado pelo desemprego, preferiu “represar” algumas compras, principalmente as de bens como imóveis e automóveis. Mesmo na compra cotidiana, marcas foram trocadas em nome de se poupar um pouco do dinheiro da família, ou, no mínimo, gastar um pouco menos.

O varejo que começa a vender também começa a retomar investimentos, criando um cenário onde as startups que tem seus negócios focadas em varejo e consumo, as chamadas retailtechs, possam enfim encontrar um terreno mais sólido para seu desenvolvimento e expansão.

Há a probabilidade de se abrir, pela primeira vez, um mercado sedento por tecnologias e novidades. O mercado de startups no Brasil começou a ter uma consistência e evolução maior pouco antes da crise. Se é fato que o mercado de retailtechs conseguiu evoluir durante esse período, são emocionantes as perspectivas que se abrem para o crescimento dentro desse cenário de estabilidade, e que, de quebra, já apresenta um ecossistema de startups mais maduro, onde a invencionice ou a invenção sem sentido, dão lugar à soluções criativas, porém incrivelmente assertivas na resolução de problemas. Soluções que funcionam e que desde o início foram feitas tailor-made para esse mercado, ou seja, ajustadas para a realidade de custos e infraestrutura do varejo brasileiro.

O varejista está ansioso para conhecer e entender o que o ecossistema de startups pode oferecer para ele. Aqui na GS&UP, divisão do Grupo GS& potencializadora de negócios em startups, quase que diariamente estamos conversando com varejistas e até mesmo investidores que desejam conhecer mais de perto o que o ecossistema e as retailtechs tem a oferecer para esse mercado. As startups permitem encontrar novas formas de dialogar com o consumidor, e ainda otimizar resultados, reduzindo custos e otimizando vendas.

O mercado está aberto e cheio de oportunidades. É a hora das retailtechs.


Fonte: Falando de Varejo

quarta-feira, 28 de março de 2018

Shopping Praça da Moça inaugura espaço para troca de figurinhas da Copa


Em clima de Copa do Mundo, o Shopping Praça da Moça, em Diadema, acaba de abrir um espaço fixo para receber os colecionadores do álbum de figurinhas oficial, que já começa a virar uma nova febre três meses antes do Mundial na Rússia.


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Localizado no Piso Araucária até 30 de julho, o local foi especialmente decorado e destaca uma exposição composta por 16 camisas de seleções participantes da Copa 2018. "A ideia é oferecer espaço exclusivo e conforto aos colecionadores, além de compartilhar com os clientes a torcida pelo título mundial", afirma o gerente de marketing, Danilo Senturelle.

A ação tem parceria com a Livrarias Curitiba, também situada o no Piso Araucária, onde o consumidor poderá encontrar álbuns e figurinhas.

Espaço para troca de figurinhas da Copa 2018
Até 30 de julho
Piso Araucária

Shopping Praça da Moça
Rua Manoel da Nóbrega, 712 - Centro, Diadema
Telefone: (11) 4057-8900
www.shoppingpracadamoca.com.br

Fonte: falando de varejo

Rede de pizzaria com 22 unidades não tem pizzaiolos


Rede de pizzaria com 22 unidades não tem pizzaiolos: Conheça rede de franquias especializada em massa de pizza “pan” e com modelo de negócios de operação simplificada

Por acaso já ouviu falar na massa pan? Muito famosa nos Estados Unidos e popularizada no Brasil pela empresa Pizza Hut, a pizza pan vem ganhando espaço no Brasil, contrariando aquele pensamento tradicional de que “pizza boa é aquela com a massa fina”. A massa, crocante por fora e macia por dentro ganha cada vez mais espaço no coração dos brasileiros.


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Feita dentro de uma panela, a pizza da rede de pizzarias Super Pizza Pan é uma das adeptas da massa diferenciada. A marca se destaca e tem crescido com base em modelo de negócios que dispensa a necessidade de ter pizzaiolos em suas 22 unidades em operação. Segundo a empresa, todas as massas são feitas na pizzaria sede e depois encaminhadas às unidades franqueadas, onde é montada com diversos sabores e assada.

Massa à moda brasileira

O nome “pan” significa panela em inglês e simboliza as medidas da forma e, com isso, a receita abandona qualquer semelhança com o modo de preparo das tradicionais pizzas italianas, ganhando de longe em quesitos como a praticidade de montagem, o armazenamento da massa e o melhor uso dos sabores e recheios dentro da pizza.

Em 2005, Cristian Oalter Durante e sua esposa Ana Luiza Rocha fundaram a Super Pizza Pan e perceberam que deveriam adaptar a famosa receita ao gosto dos brasileiros. Os dois podem ser considerados como um dos principais responsáveis pela transformação que a massa pan teve no Brasil. O objetivo do casal era oferecer aos consumidores uma massa pan mais leve com os sabores e ingredientes prestigiados pelos brasileiros e trabalharam duro para atingir o ponto perfeito da massa e coberturas tradicionais e inéditas, muitas delas definitivamente consagradas pelos clientes, como a frango cream cheese.

“Demoramos mais ou menos um ano inteiro para desenvolver a massa da nossa primeira pizza pan. Ela tinha que estar no ponto ideal, sendo grossa, porém aerada, além de ser também leve, fofa, crocante e menos gordurosa. Enquanto não chegasse no ponto, a gente não fechava a receita”, conta Cristian um dos donos da Super Pizza Pan.

Esse estilo pan abrasileirado vem ganhando as graças dos paladares paulistanos e atualmente a marca vende mais de 35 mil pizzas grandes por mês, grande parte com sabores especiais e algumas jamais vistas antes. “Nosso maior diferencial é oferecer a massa pan tradicional dos Estados Unidos com sotaque e os sabores típicos brasileiros, além de combinações de ingredientes inéditas, sempre prezando pela qualidade do produto”, explica o fundador da marca.

A receita para a explosão de sensações despertadas pela massa pan continua sendo um mistério para os consumidores fazerem de casa. Procurar uma pizzaria especializada é a única saída para quem quer experimentar a pizza com massa pan.


Fonte: Falando de Varejo

sexta-feira, 23 de março de 2018

A fantástica fábrica de cookies


Focada na tradicional iguaria norte-americana, a Cookie Stories se transformou em uma febre em Curitiba e já conta com dois endereços na cidade

Popularizado mundialmente nos Estados Unidos, os cookies tiveram origem na Inglaterra, como um complemento ideal para o tradicional chá. Inicialmente, a iguaria era produzida a partir da massa dos bolos e era usada para testar a temperatura dos fornos para minimizar os erros. A palavra “cookie” é baseada na palavra alemã “koekje”, que significa “pequeno bolo”. Inspiradas por essa história saborosa, as irmãs Camila e Rafaela Camargo lançaram no ano passado, em Curitiba (PR), a primeira casa de cookies do Brasil.


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“Nossa ideia sempre foi oferecer as melhores opções para os amantes de cookies. Conseguimos chegar em receitas muito interessantes e saborosas, que conquistaram rapidamente o público. Os cookies são muito sensíveis, e precisam de muito carinho na hora da produção. Por esse motivo, tivemos muito cuidado para desenvolver um cardápio bem especial, com itens de excelente qualidade”, comenta Rafaela Camargo.

Como não poderia ser diferente, o grande destaque da casa são os cookies tradicionais (R$ 5), disponíveis em sabores como Clássico (Massa fofinha de baunilha com gotas de chocolate ao leite Callebaut), Red Velvet (Massa de chocolate com gotas de chocolate branco e nozes), Limão (Massa de limão) e Banana com Aveia (Massa de farelo de aveia com banana, lascas de amêndoas e chocolate meio amargo Callebaut – Produto Vegano).

A casa traz, também, a linha “Special Cookies” (R$ 7): Nutella (Massa de baunilha com gotas de chocolate ao leite recheado de Nutella), Brigadeiro (Massa de cacau recheado de brigadeiro), Doce de Leite (Massa de baunilha recheada com doce de leite caseiro), Brownie (Massa de chocolate meio amargo), Chocolate Chunk (Massa de baunilha com pedaços de chocolate meio amargo), Macadâmia (Massa de cacau com gotas de chocolate branco e macadâmia), Salted Caramel (Massa de cacau recheado de caramelo salgado), Dark Vegan (Massa de cacau, com gotas de chocolate meio amargo e castanha de caju – Produto Vegano) e Clássic Vegan (Massa de baunilha com gotas de chocolate meio amargo Callebaut – Produto Vegano).

Na Cookie Stories é possível, até mesmo, tomar café em um copinho de cookie: o Cookie Shot. O copinho, desenvolvido com cookie tradicional, ganhou ainda um revestimento de chocolate, garantindo ainda mais sabor para o preparo. “A ideia surgiu de uma brincadeira e deu muito certo, fazendo muito sucesso por aqui. Os sabores marcantes do café contrastam com o doce do cookie e do chocolate, originando uma combinação perfeita”, explica Camila Camargo. A versão com o tradicional espresso (R$ 12) fez tanto sucesso que a Cookie Stories apostou em outras opções deliciosas de Cookie Shot: com leite quente ou frio (R$ 12), Affogato (R$ 14), Snow Flake – chocolate quente (R$ 14), Smore´s Shot - servido com sorvete de chocolate e marshmalow maçaricado (R$ 16) e Frozen Shot - servido com sorvete e chocolate derretido (R$ 16).

Ainda inspirado nos cookies, o empreendimento trabalha com diversas outras delícias exclusivas, entre elas o Brookie, metade brownie de chocolate meio amargo e metade cookie de baunilha com pedaços de chocolate meio amargo (R$ 12); e o Lava Cookie, um petit gateau de cookie de baunilha recheado com fudge de chocolate (R$ 15).

Parada obrigatória

Com menos de um ano de história, a Cookie Stories se transformou em uma referência na capital paranaense, comercializando diariamente milhares de itens com elevado grau de excelência. O sucesso foi tanto que a primeira unidade, instalada no tradicional bairro Juvevê, já não era suficiente para atender a demanda, fazendo com que a marca inaugurasse a sua segunda loja na capital paranaense, implantada no espaço gastronômico Vila Yamon. As duas unidades recebem diariamente centenas de curitibanos e turistas que procuram os famosos cookies.

Mas não são só de cookies que o empreendimento vive. A casa trabalha, também, com vários outros tipos de sobremesas, entre elas brownies, bolos, tortas e donuts com recheios e coberturas que variam de acordo com a produção do dia. Já a carta de bebidas traz cafés especiais como Espresso, Doppio, Cappuccino, Mocha e Nutella Mocha e diversas outras bebidas, como o Hot Chocolate, chás especiais, sucos, smoothies e milkshakes, disponíveis em várias opções.

A loja do Juvevê (Rua Moysés Marcondes, 429) funciona de segunda a sexta, das 12h às 19h, e aos sábados, das 11h30 às 18h. Já a unidade da Vila Yamon (Rua Itupava, 1402 - Alto da Glória) funciona de terça a domingo, a partir das 18h. Mais informações na página oficial da Cookie Stories no Facebook ou no site www.cookiestories.com.br.

Fonte: Falando de Varejo



Diebold Nixdorf traz inovação para jornada de compra conectada


Soluções que colocam o poder de decisão nas mãos dos consumidores são novidades da empresa para o varejo brasileiro


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A experiência de compra e atendimento personalizado nunca foram tão falados no varejo brasileiro. Imagine que você está em um Self Check outsupermercado e recebe uma notificação em seu celular de que a loja oferece diversas ofertas e uma delas é de molhos de tomate. Não seria estranho, já que você está na sessão de macarrão. Mas, como a loja sabe que você está naquele local exato? As soluções de software da DN utilizam dispositivos de geolocalização, que mostram como é possível localizar o cliente dentro de determinada sessão e direcionar ofertas intuitivas e personalizadas. “Sabemos que dentro da jornada de compra o protagonista é o consumidor. Por isso, desenhamos produtos que ofereçam opções customizadas para cada perfil de consumo”, explica Miriane Paulino, líder de negócios de Varejo da DN no Brasil.

Seguindo a linha de soluções que promovem a experiência do cliente nas lojas, o Self-Checkout que já está disponível no mercado brasileiro e permite que o próprio consumidor pese os produtos, escaneie cada um dos códigos de barras e efetue o pagamento via cartão de crédito ou débito.

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Já o dispositivo Albert AEVI possibilita que pagamentos sejam feitos em qualquer lugar do supermercado. A solução inédita no Brasil é um smartPOS móvel que se destaca por ter um marketplace único e definido a partir da linha do negócio do varejista. Com ele, é possível baixar apps e oferecer novas opções a um ponto de venda que vão além do pagamento de compras ou fechamento de comanda. Com ele é possível pedir táxi, adquirir ingressos, dentre outras conveniências para o cliente.

A plataforma de software DN Mobile faz parte do app de relacionamento que conecta a loja física à digital. Por meio de biometria facial, escaneamento no totem ou gôndola, os clientes podem efetuar pagamento em moeda digital ou checkout mobile. Para blindar todo o sistema das lojas, o DN Analytics Cloud é a solução de segurança e combate às fraudes para transações digitais. Ela é integrada ao DN Mobile e mapeia o perfil comportamental dos clientes com intuito de eliminar fraudes em transações eletrônicas e programas de fidelidade.

De acordo com Miriane, o mercado brasileiro oferece diversas oportunidades para implantação de tecnologias disruptivas que podem gerar valor para as experiências do novo perfil de consumo. “Vemos que o setor está se remodelando para conectar os mundos físico e digital. Por isso, nosso foco é na jornada de compras guiada por conexões e experiências do cliente. Com isso, podemos colaborar com o desenvolvimento do comércio conectado no país”, comenta a executiva.

Essas soluções estão expostas na Convenção da ABRAS 2018, que acontece de 19 a 21 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Sobre a Diebold Nixdorf

Diebold Nixdorf é a líder mundial que conecta, diariamente, as indústrias financeiras e de varejo com milhões de consumidores. Suas soluções impulsionam a conexão entre os mundos físico e digital do dinheiro e de consumo, de forma segura e eficiente. É parceira das principais instituições financeiras do mundo e da maioria das varejistas globais. A Diebold Nixdorf está presente em mais de 130 países, com cerca de 25 mil funcionários no mundo todo. A organização mantém escritórios corporativos em North Canton (Ohio, EUA) e Paderborn (Alemanha).


Fonte: Falando de Varejo