86S3kuextR2S3YWJ_kx2UbklxpY

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Hamburgueria Vassoura Quebrada inaugura espaço com parque temático

Com quatro pavilhões, unidade fará parte de um complexo de cerca de 1.000 m².


O Vassoura Quebrada, hamburgueria com temática bruxa, anunciou a inauguração de um novo espaço com diferentes ambientes no início de setembro. Como processo de expansão da marca e comemoração de quatro anos da sua primeira unidade, o novo restaurante será aberto em um espaço com cerca de 1.000 m² no Shopping Parque da Cidade, localizado na Chácara Santo Antônio, zona sul da cidade de São Paulo.

“Estamos muito felizes com a chegada desse novo empreendimento. Nós somos fãs também, crescemos lendo e assistindo a histórias fantásticas, então, podemos dizer que é um lugar criado de fã para fã. Vamos atingir públicos de diferentes idades e de diferentes maneiras, já que teremos uma variedade de ambientes mágicos”, destaca Otávio Junior, sócio do Vassoura Quebrada.

Além da gastronomia com atendimento imersivo, a novidade vai incluir outros quatro espaços: um parque temático indoor, loja, café e salão de festas.

Espaços imersivos

Com capacidade para 150 pessoas, a hamburgueria será ambientada e tematizada como um castelo de magia. Lá, será possível reservar até dois salões pensados para a realização de aniversários e confraternizações.

Os amantes de café poderão ainda visitar o setor “Espresso da Cidadela”, ambientado como a parte da frente de um trem. O local, 100% instagramável, funcionará como uma cafeteria, onde os consumidores poderão encontrar cafés e salgados temáticos.

O novo espaço também vai incluir um parque temático. Com o cartão magnético de créditos “Passe Mágico”, será possível se divertir com máquinas e jogos, trocando a pontuação em tickets por produtos selecionados da loja. Outra novidade é o “Passaporte do Vassoura Quebrada”, livreto com histórias mágicas que poderá ser carimbado em diferentes pontos do complexo.

Fonte: Mercado & Consumo

CINCO MAIORES REDES VAREJISTAS SOMAM O FATURAMENTO BRUTO DE R$ 239,7 BILHÕES, DIZ ESTUDO


Competição se alastra e líderes perdem mercado: O relatório anual “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro” foi desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

Por Adriana Mattos


A tese que tem dominado as conversas dos líderes do varejo brasileiro hoje, com foco maior em rentabilidade e na gestão do caixa, ganha força após grandes grupos terem perdido mercado no ano passado. Relatório anual “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro”, desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), levanta dados e os efeitos desse cenário sobre os líderes, impactados pela avanço da competição em 2021 e pela menor demanda, num ambiente de escalada dos juros e da inflação.


Segundo o levantamento, divulgado em evento na noite de ontem, as cinco maiores redes somaram faturamento bruto de R$ 239,7 bilhões, o equivalente a 26,86% do montante total das 300 empresas. Na comparação com a edição anterior do ranking, a concentração dessas cinco caiu 0,4 ponto percentual. Nos 10 maiores, a soma atingiu R$ 353,4 bilhões, ou 39,6% do faturamento das 300 – fatia 0,8 ponto menor do que a da edição passada.


O material ainda mostra que, considerando não apenas as líderes, mas as 209 maiores varejistas com dados comparáveis entre os anos, a alta em termos reais foi de 3,1% nas vendas em 2021. Pela pesquisa do IBGE, o crescimento real do comércio foi menor, de 1,4%. Só que, em anos anteriores, essa diferença entre taxas já foi maior.


Em 2020, as listadas no ranking aceleraram 8,1%, e pelo IBGE, a alta real foi de 1,2%. Em 2019, foram 5,7% e 1,8%, respectivamente.


Serrentino lembra que o peso do varejo alimentar cresceu no ranking após a pandemia, e a inflação corroeu muito a venda desse grupo de redes, portanto, há efeito na taxa de expansão apurada no levantamento. Mas quando se tira a inflação, ainda se cresce a taxas acima da média, observa ele.


Em relação à perda de fatia das maiores, nos eletrônicos, houve aumento da concorrência de plataformas asiáticas (que não fazem parte do relatório), e no varejo alimentar, ocorreu a perda de vigor na demanda mesmo em redes líderes (com a redução de benefícios do governo) e manutenção da força de mercadinhos de bairro.


Pelos dados, cinco das 10 maiores varejistas brasileiras cresceram abaixo da média – e três delas tiveram queda no faturamento no ano passado. A SBVC diz que isso se deve, também, a questões ligadas à realidade de cada negócio, como a expansão modesta nas vendas de hipermercados no Carrefour, a venda do Extra do GPA para o Assaí (reduzindo o faturamento da vendedora) e o desempenho abaixo do esperado da Natura &Co.


Outro aspecto relevante dessa diminuição de concentração é o crescimento do atacarejo em operadores regionais de menor porte.


Outro dado captado pelo relatório serve de alerta para este ano, sobre efeito da inflação: 90% das redes teve crescimento nominal de vendas, e 63% delas acima da inflação – portanto mais de um terço empatou ou perdeu da inflação.


Esta é a oitava edição do ranking, elaborado com apoio técnico da BTR – Educação e Consultoria, Varese Retail e Centro de Estudos e Pesquisas do Varejo (Cepev-USP).


Eduardo Terra, presidente da SBVC e sócio da BTR, lembra que o varejo brasileiro acumula dois anos de crise (2015-2016), seguidos de cinco anos de baixo crescimento real (2017-2021). “ O potencial de expansão é bem maior que esse. A boa notícia é que, apesar disso, movimentos que identificamos em 2020, como a consolidação dos ‘marketplaces’, a digitalização e o reforço à governança se consolidaram”, diz ele.


Serrentino reforça que, apesar do retorno dos investimentos em lojas físicas, isso vem ocorrendo de forma integrada aos sites e “apps”, o que cria cenário propício para acelerar mais a digitalização. “O número de empresas com braço digital subiu de 162 para 225 em dois anos. E o percentual de empresas que vendem on-line passou de 54% em 2019, para 70% em 2020 e 75% em 2021”, afirmou.


Embora essa taxa cresça, as quatro maiores plataformas digitais do país com dados divulgados (Mercado Livre, Magazine LuizaAmericanas e Via) perderam fatia de mercado – Amazon e Shopee não publicam os dados e não fazem parte do relatório. As quatro movimentaram, em GMV, cerca de R$ 176 bilhões em 2021, alta de 41% sobre 2020 e equivalente a 80% total comprado no online no ano passado, segundo dados da NielsenEQ. No ano anterior, elas responderam por cerca de 88%, usando mesmas fontes dos dados.


Na avaliação de Terra, o crescimento das asiáticas, com a entrada de lojistas brasileiros nessas plataformas, explica essa taxa menor, assim a aceleração da Amazon.


O ranking ainda levantou, pela primeira vez, dados referentes à participação de mulheres nas empresas. Apenas 29 das 300 maiores têm mais de 50% de participação feminina na força de trabalho. Além disso, é comum ver mulheres em posições em lojas e nas gerências, mas bem mais difícil no primeiro escalão. Apenas 14 varejistas têm mais de 50% de líderes mulheres.


Fonte: Valor Econômico

NATURA COLOCA GERAÇÃO DE CAIXA COMO PRIORIDADE

 


A tendência é de melhora nas vendas no curto prazo, mas com margens ainda pressionadas pelo ambiente macroeconômico.


Por Raquel Brandão


A geração de caixa vai ser a prioridade da Natura &Co, disse nesta sexta-feira (12) o presidente da companhia, Fábio Barbosa, em sua primeira teleconferência de resultados à frente da companhia. Ele assumiu o cargo em junho, em substituição a Roberto Marques. De acordo com o executivo, o curto prazo ainda será desafiador para a empresa, com tendência de melhora nas vendas, mas margens ainda pressionadas pelo ambiente macroeconômico.


Com uma operação grande desde a chegada da Avon, a companhia vem tentando lidar com seu tamanho maior enquanto precisa enfrentar um ambiente macroeconômico desfavorável, que reflete as consequências da pandemia e de uma guerra entre Rússia e Ucrânia que ainda não tem indicação de acabar.


De acordo com o executivo, diante desse cenário, o objetivo é fazer a holding ser mais enxuta e buscando as sinergias das operações enquanto cada divisão irá operar com mais autonomia. Tanto Barbosa, quanto o diretor financeiro, Guilherme Castellan, reforçaram a geração de caixa e a melhora das margens como prioridades e destacaram que a empresa vem buscando controles de despesas e melhora no capital de giro.


Barbosa repetiu o que havia antecipado no relatório de resultados da companhia: “Mapeamos uma série de economias na holding. Se elas tivessem sido implementadas no ano passado, o impacto teria sido uma redução anualizada de pelo menos 40% nas despesas corporativas recorrentes.” A expectativa da Natura &Co é que o trabalho do comitê de transição do comando seja encerrado até o fim do ano.


Durante a teleconferência, as respostas ficaram com Castellan e João Paulo Ferreira, vice-presidente da Natura &Co Latam. Barbosa só falou na abertura e na mensagem de encerramento.


O diretor financeiro reforçou que o ambiente inflacionário ainda se reflete nos preços das commodities, que não devem melhorar no curto prazo. Ele observou que esse ambiente afetou significativamente a margem bruta da empresa e que ainda manteve os inventários da companhia em níveis elevados.


No entanto, o diretor sinalizou que algumas melhoras podem ser esperadas, especialmente no trabalho desse inventário que começa a melhorar. “Vamos continuar buscando melhoria no nível de inventários”, argumentou.


“Historicamente a companhia tem um forte consumo de caixa na primeira metade do ano e uma forte geração no segundo semestre”, acrescentou, destacando, também, que as margens também refletem essa sazonalidade.

Preços

Com um ambiente inflacionário ainda encarecendo as commodities, as cadeias de suprimentos pressionadas e custos de energia ainda elevados, a Natura &Co Latam, divisão que opera as marcas Avon e Natura no Brasil e demais países latino americanos, vai continuar a subir seus preços, segundo Ferreira.


“Aqui na América Latina a indústria inteira tem repassado preços, e nós também. Como, evidentemente, nossa primeira prioridade é proteger a saúde do negócio e nossas margens, já aumentamos preços e continuaremos aumentando preços nos distintos países”, disse o executivo.


A receita líquida da divisão cresceu 0,4% em reais e 5,6% em moeda constante, para R$ 5,5 bilhões, impulsionada pelo crescimento de dois dígitos da marca Natura, parcialmente compensado pela queda da marca Avon. A margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustada ficou estável, em 10,8%.


Nas operações internacionais de Avon, The Body Shop e Aesop, a empresa diz que tem buscado repassar também a inflação para os preços. “Dependendo da nossa posição e do mercado tomamos decisões diferentes, com olho grande nos estoques que temos”, ponderou Castellan.


Ele observa que a Avon Internacional e Aesop aumentaram preço, enquanto a The Body Shop foi mais “conservadora” em preço na maioria dos países, dado o maior nível de estoques. “Então está operando mais na gestão de descontos”, afirmou, argumentando que os estoques estão melhorando e isso deve começar a refletir em preços.

Holding pesada

Uma Natura &Co mais enxuta não vai significar mudanças nas marcas da empresa, afirmou Barbosa, em entrevista coletiva. Os efeitos desses ajustes deverão ser sentidos completamente ao fim do quarto trimestre, segundo o executivo.


Hoje a estrutura da companhia divide-se em Natura &Co Latam, que reúne as operações de Natura e Avon no mercado latino-americano, Avon Internacional, The Body Shop e Aesop.

Questionado sobre possíveis operações de separação de alguns negócios, Barbosa destacou que a perspectiva de enxugar as operações refere-se à holding.


“O que é mais enxuta é a holding, não a empresa. Não estamos falando em nenhuma decisão em relação às empresas. Estávamos vendo que a holding estava ficando pesada”, disse o executivo.


Nesse processo, a direção buscou passar pessoas da holding para as áreas de negócios de cada unidade, mas também fez cortes de posições que identificou como “redundâncias”. “Houve redundância de pessoas que estão sendo desmobilizadas. O objetivo maior era desburocratizar para as pessoas tomarem as melhores decisões”, disse, reiterando que se essas economias tivessem sido feitas em 2021, haveria uma redução de pelo menos 40% nas despesas.


O executivo reiterou que o foco é a geração de caixa, que tende a ser mais favorecida no segundo semestre pela sazonalidade, como o Natal.


Nesse olhar especial para a geração de caixa, está diminuir o capital de giro, reprogramar investimentos que poderiam ser postergados e dar mais atenção a despesas, incluindo as pequenas.


“Esses ajustes não vão aparecer todos no terceiro trimestre. Alguns custos relacionados a essas redundâncias identificadas aparecerão ainda. No quarto trimestre, aí sim, as reduções [todas] devem aparecer”, afirmou, acrescentando que a direção da companhia continua buscando alternativas para tornar mais leve a estrutura, com objetivo de que as unidades tenham mais autonomia em suas decisões.


De acordo com Castellan, como no curto e médio prazos há um foco de margem e fluxo de caixa, constantemente a companhia revisita seu “footprint” global. “A ideia é minimizar ao máximo possível a presença em países que continuamos operando com perdas e, especialmente, com caixas negativos.”


Na América Latina, o vice-presidente da Natura &CO Latam afirmou que ajustes seguem sendo feitos como parte do processo de integração da Avon, que ainda está em curso e, agora, caminha para a estabilidade. “Chegou o momento que podemos acelerar combinação dos negócios, o que inclui a otimização da estrutura, dos processos, sistemas e ativos”, disse Ferreira.


Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 16 de agosto de 2022

RIACHUELO AMPLIA ESTRATÉGIA ESG COM NOVO CENTRO DE INOVAÇÃO

Objetivo da companhia é desenvolver e promover novos métodos para o reuso infinito de produtos têxteis.


Por Felipe Mendes


Riachuelo, grife do grupo Guararapes, quer ampliar seu alcance em seus projetos de sustentabilidade e logística reversa para a cadeia da moda. Depois de um projeto de economia circular bem-sucedido, iniciado em 2020, a empresa acaba de estruturar um centro de inovação para tratar do tema da circularidade no setor têxtil do Brasil. O movimento conta com a participação do braço social e de sustentabilidade da B3 e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, entre outros. Na prática, a ação deve se concentrar em torno da busca por soluções para a reciclagem em circuito fechado, com possibilidade de reuso infinito.


“A gente não pretende instituir esse hub para que seja apenas mais um fórum de discussão, como vários outros que já existem. A ideia é pensar em soluções, de fato, para a reciclagem têxtil em circuito fechado, claro que aberto a outras possibilidades, mas focado nisso. Vamos ter reuniões mensais com especialistas brilhantes sobre o tema”, afirma Valesca Magalhães, gerente-executiva de sustentabilidade da Riachuelo. “O nosso propósito é aprimorar cada vez mais o fechamento desse ciclo de vida do produto e contribuir com soluções que chegam mais assertivas e em escala”.


Fonte: Veja

INTEGRAÇÃO SOMA / HERING JÁ ATINGIU 40% DO POTENCIAL ESPERADO

 


Varejista diz que mantém o ritmo de crescimento das vendas nos resultados preliminares de julho e do início de agosto.


Por Felipe Alves


Grupo Soma (SOMA3) já atingiu cerca de 40% do potencial esperado de integração com a Hering, varejista de moda comprada em abril do ano passado, por cerca de R$ 5,1 bilhões. Hoje, durante teleconferência com analistas, a empresa reforçou que o foco está na melhoria da qualidade dos produtos, na organização das lojas e na comunicação cada vez mais assertiva.


“Reforçamos muito as equipes de estilo e temos já indicadores bastante positivos do showroom da Hering”, afirmou o CEO do Grupo Soma (SOMA3) Roberto Luiz Jatahy Gonçalves, destacando ainda aos analistas que a empresa está muito otimista com os avanços de integração com a Hering e as modificações nas linhas de produtos.


No mais, o Grupo Soma volta os olhos para a expansão de multimarcas e franquias na Hering na projeção de melhorar a margem bruta consolidada da empresa. A expectativa é inaugurar 25 megastores da Hering até o fim do ano e 100 até 2025.


Segundo Roberto Jatahy, o foco agora é na reorganização da matriz de sourcing, com trabalho forte na ruptura de estoques, eliminação de cauda longa e melhora dos algoritmos de recomendação de compras. “Essas iniciativas têm sido determinantes para a melhora da operação”, afirmou o CEO.

Hering tem receita histórica

A maior receita histórica da Hering para um 2º trimestre no 2T22 foi impulsionada por maior nível de serviços e capacidade de entrega de produtos de showroom, destacou o CFO do Grupo Soma (SOMA3), Gabriel Silva Lobo Leite.


Principal indicador avaliado pela companhia em relação à Henrig, o sell out segue em níveis de crescimento, com um SSS (vendas de mesmas lojas) com alta de +44,4%. O foco é ter um abastecimento de estoques mais saudável para a Hering, para proporcionar maior rentabilidade para a rede.

Grupo Soma mantém ritmo de crescimento em julho e agosto

Segundo o CFO, Gabriel Silva Lobo Leite, o Grupo Soma (SOMA3) mantém o ritmo de crescimento em julho e início de agosto. Em termos percentuais o crescimento do próximo trimestre deve ser menor, dada a base de comparação, mas o Grupo Soma continua crescendo bem, inclusive acima das perspectivas originais.


Ele destaca que o showroom de atacado de verão e alto verão tiveram crescimento forte contra o ano passado. Segundo o CEO, não há indícios de desaceleração nos próximos meses, apesar da base de comparação cada vez mais alta.


“A empresa continua crescendo bem acima da equação. Claro que depende de uma série de questões macroeconômicas, temos um semestre mais desafiador pela frente, mas as previsões são positivas para o segundo semestre”, afirmou o CEO.

Potencial de mercado da Farm é de R$ 20 bilhões

Gabriel Silva Lobo Leite destacou ainda o grande potencial de expansão da marca pelo Brasil. Já o CEO, Roberto Luiz Jatahy Gonçalves, afirmou que a empresa pode explorar 2 mil multimarcas para Farm pelo país, com potencial de volumes ainda incertos.


“A Farm cresce organicamente e vem crescendo a taxas muito altas em canal de atacado. Em algum momento vamos explorar essa possibilidade de atingir marcas no interior do Brasil, entendemos que tem dinheiro na mesa”, afirmou.

Resultados

O Grupo Soma reportou resultados sólidos no 2º trimestre, com um forte crescimento de receita, expansão de margem bruta e alavancagem operacional, conforme destacou a XP. A companhia lucrou, de forma líquida, R$ 130,8 milhões no segundo trimestre de 2022, alta de 114% sobre o mesmo período do ano passado.


Enquanto isso, a Eleven destacou que, em mais um trimestre de fortes resultados, o Grupo Soma conseguiu novamente entregar um resultado positivo, com bom crescimento de suas principais marcas e boa evolução na reestruturação da Hering.


Os analistas da casa atualizaram o preço-alvo para a companhia, incorporando um maior custo de capital e custo da dívida em nossa taxa de desconto. Com essas mudanças, a taxa saiu de 10,8% para 12,4% e o preço-alvo de R$ 23,00 para R$ 18,00. Contudo, a recomendação segue de compra.


Após a divulgação dos resultados, as ações de Soma sobem 3,21%, por volta das 14h45, cotadas a R$ 12,20.


Fonte: Infomoney

L’Occitane en Provence convida cliente ao universo da marca com novo modelo de flagship

Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, unidade foca em experiências visuais e sensoriais.

Imagens: Divulgação 

Com o objetivo de aproximar os consumidores com a essência da marca, a L’Occitane en Provence inaugurou uma nova flagship no modelo soft opening, localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo. 

Através de referências estéticas que remetem à região de Provence, na França, o espaço é preparado para guiar a jornada de compra dos consumidores pelos símbolos das lojas e spas de L’Occitane en Provence pelo mundo.


Com trilha sonora pensada exclusivamente para a nova unidade, quem passar pelo local terá a oportunidade de experimentar o portfólio da marca em um espaço que oferece uma experiência de spa para rosto e mãos. 

Os consumidores serão encorajados a sentirem as texturas e aromas dos produtos, além de se conectarem com as matérias-primas e ingredientes usados nas fórmulas dos cosméticos da marca.


Para enriquecer ainda mais a experiência, será possível montar kits personalizados direto de uma exposição em grande escala, que faz alusão à fábrica de L’Occitane en Provence. 

Consumo circular 

Além de criar uma atmosfera tranquila com a presença de texturas e materiais naturais, a flagship vem para reforçar o pilar de sustentabilidade do Grupo L’Occitane.

O projeto foi feito com materiais reaproveitados, como madeira de demolição e outras soluções de iluminação e hidráulica, que diminuem o consumo e evitam desperdícios. A loja conta ainda com uma área dedicada à coleta de embalagens vazias e produtos que possuem eco-refil.

Por fim, uma área próxima ao caixa é dedicada aos produtos mais vendidos e aos seis propósitos de L’Occitane en Provence: respeito à biodiversidade, cuidado com a visão, celebração do artesanato, apoio aos produtores, empoderamento feminino e redução de desperdício. 

Fonte: Mercado & Consumo



NBA lançará maior parque de experiências do mundo no Brasil

O projeto tem como parceiro e operador o Nacional Parque Basquete Brasil e contará com cerca de 15 atrações.

Imagem: Divulgação

Com foco em um dos seus principais mercados, a NBA (National Basketball Association) apresentou seu novo empreendimento para o público, o “NBA Park”. O local será o maior espaço de experiências da liga no mundo, com 4 mil m² espalhados em três andares, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, na Avenida das Hortênsias, número 4.795 (Gramado e Canela)

A abertura do parque temático está prevista para novembro, segundo anúncio feito pela liga profissional de basquete. O projeto tem como parceiro e operador o Nacional Parque Basquete Brasil e contará com cerca de 15 atrações para receber e proporcionar experiências aos fãs.

“Não poderíamos estar mais animados. O NBA Park é um dos projetos mais importantes da liga no mundo, um enorme centro de entretenimento da NBA onde vamos receber crianças, famílias, amigos, fãs de todas as idades para viver experiências incríveis o ano inteiro”, destacou Sérgio Perrella, vice-presidente de licenciamentos e varejo da NBA para a América Latina.

O CEO do NBA Park, Jonas Ortiz, ressaltou a importância de anunciar um empreendimento deste tamanho e que o público pode esperar muitas surpresas. “Esse é um projeto muito especial. Ter o maior espaço temático NBA do mundo em Gramado mostra todo o potencial da cidade. A NBA é muito mais do que o jogo de basquete, é uma marca plural, que conversa com todos os públicos, com a moda, com a cultura urbana, que mexe com a paixão e emoção do público”, completou.

No local, os fãs encontrarão uma quadra de basquete, ambientes instagramáveis, cafés e restaurantes, exposição de memorabília, uma área destina ao público Kids, estações com videogames, máquinas de arremesso e uma NBA Store. Além disso, serão feitas ativações com empresas parceiras, shows e eventos exclusivos, vestiários similares aos da liga e um espaço que vai transformar o visitante em árbitro, o NBA Replay Center.

Fonte: Mercado & Consumo