86S3kuextR2S3YWJ_kx2UbklxpY

quarta-feira, 18 de maio de 2022

KOPENHAGEN PREVÊ DOBRAR A REDE EM 5 ANOS

Com novos recursos, a empresa estabeleceu uma meta ousada: multiplicar por quatro seu faturamento em cinco anos. A receita foi de R$ 1,7 bilhão em 2021

Por Redação


Os últimos dois anos foram movimentados para o Grupo CRM, dono das marcas de chocolate Kopenhagen e Brasil Cacau. Não só pela pandemia, que obrigou a companhia a se digitalizar, mas também por ter sido vendida a um novo dono – o fundo de private equity Advent, que comprou o controle do grupo em outubro de 2020. Com novos recursos, a empresa estabeleceu uma meta ousada: multiplicar por quatro seu faturamento em cinco anos. A receita foi de R$ 1,7 bilhão em 2021.


À frente da companhia na nova fase está um rosto familiar: Renata Vichi – filha do antigo controlador, Celso Moraes -, que assumiu o posto em fevereiro de 2020, após 25 anos de empresa. Ela foi referendada pelo Advent para a missão de acelerar o crescimento, quesito em que a Cacau Show, sua principal rival, tem sido mais ágil.


A empresa, hoje com 950 unidades, espera dobrar de tamanho até 2027. Para isso, o plano prevê a inauguração de 130 lojas até o fim deste ano (100 da Kopenhagen e 30 da Brasil Cacau, marca mais barata do grupo), e de outras 200 por ano a partir de 2023. Como comparação, a Cacau Show tem 3 mil pontos de venda e deve inaugurar mais 500 este ano.

Mas, para crescer na velocidade planejada, será preciso mudar a cultura brasileira de consumo de chocolate. Os produtos ainda são muito lembrados em datas festivas – 55% das receitas estão concentradas na Páscoa e no Natal.


A média atual de consumo por pessoa é de 2,7 quilos por ano, enquanto em países como Suíça e Alemanha a proporção chega a 9 quilos. Para ampliar o número, a grande aposta de Renata é a linha de chocolates Soul Good, que tem produtos com altos porcentuais de cacau, sem açúcar e lactose. A linha já representa 7% das vendas do grupo. A ideia é fazer o mesmo com outras linhas lançadas recentemente, como a de sorvetes.


A empresa também tem apostado no café. Nas lojas da Kopenhagen, 25% das vendas já estão ligadas ao produto ou derivados. Por isso, uma das vias de crescimento para os próximos anos é o Kop Koffee, rede de cafeterias lançada pouco antes da pandemia. Hoje são duas lojas em funcionamento e uma cafeteria em uma loja conceito no bairro do Itaim.

“Ainda não temos um número estimado, mas superará uma centena de lojas”, afirma Renata. Outro flanco de expansão é o e-commerce, cuja meta é ampliar a fatia das vendas de 20% para 30%.


Para Alberto Serrentino, sócio da consultoria Varese Retail, especializada em varejo, o modelo de cafés dá mais espaço para o grupo crescer, e a entrada do Advent dá robustez para um crescimento mais estruturado. “Com o número de lojas em ampliação, é mais fácil ter uma operação online. A entrega dos chocolates, que estragam facilmente, fica mais rápida”, diz.


Sobre o futuro com o Advent, Renata prefere não indicar a data para uma eventual saída do fundo do controle da Kopenhagen, assim como um futuro IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). “O Advent tem visão de longo prazo e não tem pressa de sair. Todos sabem que existe uma captura muito forte de valor”, afirma a executiva.


Fonte: Exame

Vans segue plano de expansão e inaugura primeiro outlet em Minas Gerais

Espaço foi inaugurado em um complexo de 15.000 m² na cidade de Contagem.

Imagem: Divulgação

Marca original tênis, vestuário e acessórios para action sports, a Vans dá continuidade ao seu plano de expansão no Brasil e inaugura seu primeiro outlet em Minas Gerais, na cidade de Contagem.

Pertencente ao grupo americano VF Corp, a Vans é vendida em 84 países através de uma rede de subsidiárias, distribuidoras e lojas parcerias. No Brasil, a Vans tem um acordo de distribuição exclusiva com o grupo Arezzo&Co.

O novo espaço está localizado no Só Marcas Outlet, em um complexo com 15.000 m², com aproximadamente 40 lojas. A loja segue o mesmo modelo dos outro cinco outlets da marca, em São Paulo, Itupeva (SP), Guarulhos (SP), Duque de Caxias (RJ) e Alexânia (GO).

Integração de canais

A Vans integrou os canais e as plataformas da marca e, além das vendas físicas, os clientes têm as opções Venda Link, Prateleira Infinita e Retire e Entregue por Loja.

Na Venda Link, o cliente entra em contato pelo WhatsApp, verifica a disponibilidade do produto desejado, faz o pagamento através de um link compartilhado pela equipe e escolhe como quer receber a compra.

Nas compras acima de R$ 299,99, o frete é grátis na opção delivery. Outra opção é a retirada drive- thru em uma das unidades. Outra opção é receber o envio pelos Correios.

Na Prateleira Infinita,  o consumidor pode escolher um modelo que não estiver disponível em estoque físico no momento, efetuar a compra dentro da loja e receber o pedido diretamente em sua casa ou retirá-lo depois.

Na modalidade Entregue pela Loja, é possível fazer as compras pelo site e recebê-lo em casa ou retirá-lo em uma das lojas.

Fonte: Mercado & Consumo



Vendas no varejo crescem 20,5% em abril, aponta ICVA

Vendas no varejo crescem 20,5% em abril, aponta ICVA (Imagem: REUTERS/Sergio Moraes)

As vendas no varejo em abril de 2022 cresceram 20,5%, descontada a inflação, em comparação com igual mês de 2021. Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) apresentou alta de 37,9%.

Efeitos de calendário também beneficiaram o índice. Houve um sábado a mais, dia de forte comércio, e uma quinta -feira a menos, dia em que as vendas costumam ser mais fracas que aos finais de semana, em relação a abril do ano passado.

Os efeitos das mudanças dos feriados de abril – Páscoa e Tiradentes – contribuíram para resultados mais positivos em abril de 2022.

Na opinião de Pedro Lippi, Head de Inteligência, da Cielo, o comércio segue apresentando sinais de recuperação. “Abril marcou o sexto mês seguido de crescimento nas vendas. Esse quadro está associado a um comércio com menos portas fechadas. A alta dos preços também influenciou no índice nominal. Os setores de serviços continuam puxando a retomada.”, diz.

Inflação

Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo IBGE, apontou alta de 12,13% no acumulado dos últimos 12 meses, com alta de 1,06% em abril. O preço dos alimentos, que subiram 2,06%, e dos transportes, 1,91%, foram os que mais impactaram o índice.

Ao ponderar o IPCA pelos setores e pesos do ICVA, a inflação no varejo ampliado foi de 14,43% em abril, acelerando em relação ao índice registrado no mês anterior.

Setores

Descontada a inflação e com o ajuste de calendário, os macrossetores de Bens Não Duráveis e de Serviços registraram aceleração nas vendas em relação a março. Já Bens Duráveis e Semiduráveis sofreu desaceleração.

O destaque no macrossetor de Bens Não Duráveis foi Supermercados e Hipermercados. No macrossetor de Serviços, um dos segmentos que mais colaboraram para a aceleração foi Turismo e Transportes.

Já o macrossetor de Bens Duráveis, que desacelerou, foi impactado negativamente pelo segmento de Vestuário.

Regiões

De acordo com o ICVA deflacionado e com ajuste de calendário, todas as regiões apresentaram crescimento em relação a abril do ano passado.

A região Sudeste registrou alta de 24,1%, seguida da região Norte (+16,0%), Nordeste (+14,7%), Sul (+14,2%) e Centro-Oeste (+12,7%).

Segundo o ICVA nominal com ajuste de calendário na comparação com abril de 2021, as vendas na região Sudeste cresceram 41,9%, seguida da região Nordeste (+32,3%), Sul (+29,4%), Centro-Oeste (+28,8%) e Norte (+28,7%).

Disclaimer

Money Times publica matérias informativas, de caráter jornalístico. Essa publicação não constitui uma recomendação de investimento.

Fonte: moneytimes.com.br

A experiência do consumidor no varejo físico também depende do design da loja

* Por Ricardo Fioravanti

A aceleração digital provocada pela pandemia de covid-19 colocou em evidência os canais digitais em todo o varejo nacional. Nos últimos dois anos, um número considerável de brasileiros fez suas primeiras compras on-line, mas nada se compara à vivência que uma loja física proporciona aos seus consumidores.  

Basta visualizar a comoção pela reabertura dos estabelecimentos após os períodos mais agudos do novo coronavírus. Não à toa, quase 90% do varejo ainda é físico, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Tal situação faz com que o design das lojas físicas continue em alta e seja fator importante na rentabilidade do negócio. 

O movimento de valorização da loja física já tinha começado antes mesmo do avanço da covid-19. Se no início do e-commerce os profissionais digitais chegaram a decretar a extinção desse modelo de negócio, nos últimos anos as lojas de rua e de centros de compra já eram vistas como uma espécie de hub da marca, centralizando a experiência do consumidor. A pandemia e a suspensão das atividades comerciais por várias semanas apenas fizeram essa importância ficar mais evidente aos olhos dos consumidores.  

De acordo com um estudo realizado pela plataforma Tiendeo, 42% dos brasileiros admitem que a experiência nas lojas físicas é bem melhor do que nas lojas on-line. Mas essa loja física é bem diferente do que aquela que tradicionalmente estamos acostumados. Esqueça as vitrines desinteressantes e inúmeras prateleiras com os produtos. Os pontos de venda promoveram mudanças significativas em sua própria arquitetura para atender esse consumidor acostumado às soluções digitais.  

Duas mudanças são expressivas nesse sentido. A primeira delas diz respeito à valorização da jornada do cliente nos corredores do estabelecimento. Hoje, mais do que tentar vender produtos, é preciso criar um ambiente que agrade as pessoas. Livrarias, por exemplo, apostam em cafeterias e almofadas de leitura. Tudo deve ser encarado como espaço de experimentação e relacionamento.  

A segunda transformação ocorrida no design do varejo físico é a presença cada vez mais constante de soluções digitais nos mais diferentes processos. Essa estratégia não serve apenas para estimular a experiência citada no parágrafo anterior, mas principalmente para posicionar o local como uma espécie de laboratório para a empresa. Por meio do fluxo de visitantes é possível coletar informações que servirão de matéria-prima para insights, e consequentemente, para novas estratégias de negócio. Somente a loja física pode oferecer uma visão completa sobre os hábitos de compra de cada consumidor.  

Isso explica, portanto, porque a loja física se valorizou e porque esses estabelecimentos tiveram que se reestruturar. Ponto de venda que não consegue coletar dados de seu público não tem muita serventia no fim das contas. O desempenho em vendas pode até ser satisfatório por enquanto, mas faltarão insumos para embasar o planejamento futuro.  

É por isso que equilibrar a sensação de poder caminhar entre os corredores com a alta tecnologia é um dos principais segredos de sucesso para o varejo ultimamente. Ferramentas de geolocalização e visão computacional atendem às duas pontas dentro da loja. Ou seja, a demanda por experiência pelo consumidor e a necessidade do gestor de coletar mais informações a respeito de seu empreendimento.  

Os avanços dos e-commerces e dos canais digitais não foram suficientes para acabar com o varejo físico. Pelo contrário, trouxeram mudanças que o potencializaram ainda mais. O cuidado com o design do interior do estabelecimento certamente é o mais importante. Andar pelos corredores de uma loja é uma experiência que desperta diferentes emoções nas pessoas – e diz muito sobre o comportamento de compra. Marcas que identificaram esse movimento com antecedência conseguiram estruturar suas lojas para atender a esse novo perfil. Quem ainda teima em manter o desenho do período pré-digital vai ficar para trás.

*Ricardo Fioravanti é diretor de Marketing e Vendas na FX Data Intelligence, empresa que oferece inteligência para o varejo por meio de visão computacional e inteligência artificial  – fx@nbpress.com.

Fonte: startupi.com.br

Omnicanalidade precisa mirar na experiência do consumo

Palco “E-commerce e Omnicanalidade” trouxe especialistas que mostraram que o phygital deve ser perseguido por todas as companhias.

Fonte: google imagens

Na primeira palestra do auditório de “E-commerce e Omnicanalidade”, o especialista Roberto Butragueño, da Nielsen IQ Brasil, apresentou as principais expectativas para o e-commerce brasileiro em 2022, bem como as principais áreas onde consumidores, varejistas, indústria e profissionais de Marketing podem se beneficiar das soluções tecnológicas emergentes.

Roberto também apontou como a pandemia transformou o varejo e o consumidor se tornou mais digital, e segue em busca da economia de tempo, conveniência e experiência sem atrito e segurança. O setor, no entanto, precisa enfrentar os desafios relacionados à infraestrutura, velocidade, custo, acesso e relações de confiança e transparência no ambiente digital.

Em seguida, Patrícia Quintiliano, da Stoa Estratégias Digitais, abordou como o supermercado on-line se consolidou na vida de consumidores superconectados. Ela pontuou como questões de logística e frete como fatores que podem ampliar ainda mais o alcance desse formato.

Outro palestrante foi Amit Eisler, sócio fundador da Zissou, que mostrou que os supermercados devem pensar em simplificar a vida dos consumidores. “Nós reduzimos os SKUs porque as pessoas tem dificuldade de absorver um portfólio muito grande, elas não sabem diferenciar. O cliente busca as sensações, cabe a marca resolver a dor dele de forma direta e precisa”, avaliou.

Para Amit, é preciso entender o que o cliente quer primeiro e criar uma relação com o cliente, olho no olho, de valor, propósito e inteligente. “O varejo não vai morrer por causa do digital, vai morrer o varejo ruim que não souber se adaptar! Os dados são analisados integrados, não dividimos o offline do online. Se fazemos isso não pensamos a jornada como ela funciona para o cliente” concluiu.

Fechando a palestra, Fernando Bravo, da Vip Commerce, abordou a importância da experiência do cliente ser a prioridade. “Construímos ferramentas e tecnologias, mas não a entregamos, porque elas não conversam entre si. O omnicanal não é todo aproveitado e é preciso unificar todos pra que o cliente tenha uma boa experiência. Cliente não vê canal, vê marca. A experiência que ele tem em um canal interfere no desejo de ele se relacionar com essa mesma marca em outro. Se for ruim em um, ele descarta o outro”, concluiu. 

Fonte: Supervarejo.com.br


terça-feira, 17 de maio de 2022

Qual será o impacto da tecnologia 5G para o varejo?

Nova rede deve aumentar aplicação de inteligência artificial e internet das coisas, alavancando o resultado das lojas que proporcionarem experiências de compra ainda mais personalizadas para seus consumidores.

Foto: canva.com

Prevista para acontecer até o segundo semestre de 2022, segundo a Anatel, a chegada da tecnologia 5G no país tem gerado grande expectativa, prometendo revolucionar o varejo e as relações sociais. O uso da nova rede deve gerar experiências de compra ainda mais completas e diferenciadas.

“Para o consumidor, a vantagem será óbvia, ligada a uma experiência de consumo mais eficiente. E para os varejistas, o 5G será crucial no crescimento da aplicação de inteligência artificial (IA) e da internet das coisas (IoT) no negócio, que podem dar origem a novas oportunidades”, pontua Gustavo Pisani, diretor de varejo no Grupo FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa a transformação dos negócios ao prover desenvolvimento e soluções tecnológicas.

Países da Ásia já usufruem da tecnologia e seguem sendo referência em varejo no mundo. A China, por exemplo, constatou em outubro de 2021 um aumento nas vendas de 4,9%, superando as expectativas que eram de 3,5% — o país lidera a corrida de implantação do 5G e já possui cerca de 350 cidades com a nova rede em operação, segundo dados do próprio governo.

O cenário brasileiro

No Brasil, estima-se um aumento de 3,8% nas vendas do varejo em 2022, de acordo com relatório da EMIS, plataforma digital do Grupo ISI Emerging Markets. E os resultados individuais de cada negócio podem ser alavancados com as oportunidades trazidas pelo 5G.

“O varejista poderá usufruir em mais profundidade e com mais qualidade de recursos, como a realidade virtual ou aumentada, lives commerce, lives marketing e o metaverso. Esse é o momento de se manter antenado nas tendências e possibilidades, e identificar caminhos estratégicos para cada negócio, conforme o público-alvo, para potencializar resultados com as novas facilidades trazidas pelo 5G”, pontua o especialista.

A melhora na conectividade e na capacidade de transferência de dados afetará de forma positiva também etapas burocráticas da jornada de compra, como o pagamento, por exemplo – páginas que demoram a carregar, especialmente no checkout, podem aumentar em 75% o abandono de carrinhos de compras, segundo a ReadyCloud.

“As vantagens do 5G não se referem apenas aos recursos tecnológicos avançados que podem revolucionar a experiência de consumo, como a realidade virtual e o metaverso. Detalhes simples como a velocidade na hora de efetuar um pagamento também impactam a experiência do cliente e sua fidelização, e podem se tornar ainda melhores no cenário pós 5G, com soluções de biometria e reconhecimento facial”, avalia o diretor de varejo do Grupo FCamara.

O especialista acrescenta que a omnicanalidade deve ser otimizada com a chegada da nova rede, aprimorando a integração entre canais físicos e digitais de atendimento e venda, ou seja, fortalecendo o conceito de phygital, de modo a se ancorar nas tecnologias para construir estratégias, produzir insights e compreender as necessidades dos usuários quase que em tempo real. Se desatualizar não é mais uma opção.

“O consumidor de hoje é exigente e imediatista, e prioriza uma experiência positiva e completa de consumo. Os varejistas que demonstrarem maior entrega ao novo cenário e às possibilidades que serão abertas tendem a ser aqueles que mais terão resultados, tanto em vendas, quanto na satisfação e fidelização dos seus consumidores”, comenta.

“Nos projetos feitos pela FCamara com os seus parceiros, nos deparamos diariamente com intenções de integração do físico e digital, e o 5G será bom para gerar mais qualidade, velocidade e conexões através de dinâmicas que tornem a experiência mais real e semelhante à física, facilitando o nosso trabalho e tornando ele cada vez mais potente, sem riscos de instabilidade, gerando portanto, compras mais satisfatórias”, completa Gustavo Pisani.

O que esperar da tecnologia 5G e a evolução do mercado

Em relação à tecnologia 5G, de acordo com o diretor de varejo do Grupo FCamara, os clientes podem criar expectativas quanto a novas formas e experiências de compra, que vão desde ser auxiliado por uma IA na aquisição do presente de aniversário de uma pessoa às melhorias implementadas nos processos logísticos e operacionais que entregarão produtos de maneiras ágeis e com cada vez mais qualidade.

Já para as marcas, a implementação de soluções de IoT e IA podem fornecer informações valiosas: torna-se primordial tirar as ideias do papel e colocar algoritmos e sistemas em prática. “Tais soluções podem facilitar as experiências simplificadas dos clientes e, ao mesmo tempo, ampliar os lucros. Com soluções típicas de IoT e IA, os varejistas estão digitalizando suas lojas tendem a ter um retorno sobre o investimento (ROI) imenso, de melhor eficiência na cadeia de suprimentos, aumento de conversões de marketing e muito mais”, exemplifica Gustavo Pisani.

“Consequentemente, fica claro que as tecnologias habilitadas têm o poder de aprimorar a experiência do cliente e aumentar a fidelidade à marca”, salienta.

Para o especialista, a inovação é uma faca de dois gumes e os resultados são misturas de várias coisas. Embora muitas aplicações de IA e IoT tenham gerado aumento no ROI – outras foram tentadas e falharam em atender às expectativas, esclarecendo barreiras que ainda precisam ser superadas antes que essas inovações se tornem impulsionadoras da indústria.

Portanto, é imprescindível possuir um parceiro de negócios que tenha a expertise e os conhecimentos necessários para mostrar a direção certa a ser seguida e, junto a ele, colher os frutos positivos de uma inovação bem sucedida, com foco em personalização – um dos principais elementos visados pelos consumidores nos últimos tempos.

É hora de inovar para atender com qualidade e rapidez. E o 5G está aí para impulsionar esse fenômeno.

Fonte: Consumidor Moderno

VENDAS EM SHOPPINGS SOBEM 28,6% NO DIA DAS MÃES E MOVIMENTAM R$ 5,3 BI

O resultado superou a expectativa inicial do setor, que previa um aumento nominal de 19%. Os números têm como base no Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

Por Redação


As vendas no Dia das Mães cresceram 28,6% nos shopping centers de todo o Brasil, entre os dias 2 e 8 de maio, em comparação com o mesmo período de 2021, informou hoje a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). O resultado superou a expectativa inicial do setor, que previa um aumento nominal de 19%. Os números têm como base no Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).


Em termos de crescimento real, já descontada a inflação, a variação foi positiva em 16% sobre as vendas do ano passado. Se for considerado o Dia das Mães de 2019, o resultado real foi positivo em 4%, melhor desempenho da data após o início da pandemia, e também acima da perspectiva para este ano (+2,5%).


Neste ano, o comércio nos shoppings movimentou R$ 5,3 bilhões na semana que antecedeu o Dia das Mães, um montante superior aos R$ 4,9 bilhões esperados na previsão inicial do setor.


Tíquete Médio


O valor médio gasto pelos consumidores foi de R$ 198, uma ligeira retração de 7% se comparado aos R$ 213 do ano passado. Ainda assim, ele é 145,8% superior ao tíquete médio de R$ 81 registrado nas lojas de rua.


O bom desempenho nas vendas na data é mais um indicativo da recuperação do varejo de shopping aos níveis pré-pandemia e abre a perspectiva de resultados ainda mais animadores ao longo do ano, destaca o presidente da Abrasce, Glauco Humai, em nota.


“Superar as nossas próprias expectativas para a data nos mostra que o público queria retomar o hábito de frequentar shoppings e usufruir de toda a comodidade e praticidade que os empreendimentos oferecem. Com esse bom desempenho, o setor acredita em uma retomada contínua ao longo dos próximos meses”, destaca Humai.


Fonte: IstoÉ Dinheiro