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segunda-feira, 10 de maio de 2021

Novo clube de vantagens da Fast Shop prevê entregas em até 2 horas

A expectativa da marca com é triplicar a recorrência de compra.

Imagem: Divulgação Loja-conceito da Fast Shop
 no Shopping Ibirapuera, em São Paulo

O novo programa de relacionamento da rede de varejo Fast Shop garante benefícios como frete e instalação grátis, entregas ultrarápidas e serviços diversos, entre outras vantagens. O clube de vantagens é válido para o site, o aplicativo e as mais de 80 lojas da rede em todo País.

O programa é dividido em dois planos. O Prime, no valor de R$ 14,90 por mês, dá direito a ofertas exclusivas, frete grátis, atendimento personalizado no SAC e no televendas e suporte técnico remoto. O Prime Plus, no valor de R$ 39,90, além de todos os benefícios do Prime, também oferece entregas em até duas horas sem custo adicional, duas instalações gratuitas por ano e suporte técnico remoto e presencial.

A empresa já oferecia o modelo de entregas UltraFast para alguns produtos e cidades em parceria com a Uber. Segundo a empresa, entre 1º de dezembro e 18 de janeiro, foram realizadas mais de 2,6 mil entregas com o UltraFast.

Triplicar recorrência de compra

A expectativa da marca com o Fast Prime é triplicar a recorrência de compra. “Queremos estreitar a conexão do público com o conceito de varejo premium da Fast Shop, apresentando um programa baseado na oferta de produtos e serviços diferenciados e atendimento altamente especializado”, afirma o diretor-geral de Operações da Fast Shop, Eduardo Salem.

Programas de relacionamento e fidelização têm se tornado cada vez mais diferenciais na decisão de compra e no estímulo ao consumo. Dados da pesquisa Consumer Scan 2020 Brazil, realizada com mais de 1.500 pessoas em todo País pela Kantar e pela BrandLoyalty, mostram que 68% dos consumidores gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam.

A mesma pesquisa mostra a importância da entrega de benefícios que vão além das ofertas: entre os entrevistados, 85% esperam ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos.

Fonte: Mercado & Consumo

HAVAIANAS LANÇA NFT E INCLUI BLOCKCHAIN NA PAUTA DO MARKETING

5 itens vão compor coleção virtual que irá a leilão nesta semana; parte do lucro será destinado ao projeto Favela Galeria, na zona leste de SP

A Havaianas vai leiloar, no próximo dia 12 de maio, sua primeira coleção em NFT, sigla em português para “token não-fungível”. A tecnologia vem se popularizando após várias transações recentes. Jack Dorsey, fundador do Twitter, por exemplo, vendeu o primeiro post da plataforma por US$ 2,9 milhões. Até memes já se transformaram em NFT e foram comercializados. No caso das Havaianas, o projeto foi desenvolvido em parceria com o designer e artista Adhemas Batista, radicado em Los Angeles e parceiro da marca desde 2005.


Serão cinco itens a compor a coleção virtual de Havaianas em NFT: Happy Feet, A Step to Happiness, Happy Citizen, Happy Spring e Happy Heels. Parte do lucro arrecadado será destinado ao projeto Favela Galeria, um museu à céu aberto localizado na zona leste de São Paulo. O leilão ocorre pela Foundation.app , com duração de 24 horas e tendo a Ethereum como rede oficial de criptomoedas.


“O mundo do NFT está vivendo um boom nesse momento. O que começou com skins nos games ganhou uma força enorme e já há marcas vendendo apenas roupas e calçados digitais, que podem ser ‘vestidos’ como filtros de Instagram e outras redes sociais. Para Havaianas, faz muito sentido participar dessa conversa”, diz Fernanda Romano, CMO da Alpargatas. O NFT utiliza tecnologia de blockchain, um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de informações através da internet e o selo garante que as informações armazenadas nessa cadeia sejam invioláveis impedindo copia ou falsificação.


“Essas artes são um conceito do time de criação de Havaianas que pode, um dia, vir a ser um produto no mundo físico. No blockchain, esse momento fica registrado como uma arte única e não será copiado”, explica Fernanda.


NFT ORIENTADO AO MARKETING


Os NFTs existem desde 2017, mas ganharam visibilidade a partir do ano passado. Desde então, já foram feitas várias transações que ganham notoriedade na música, na arte, nos games e cada vez mais no marketing. Marcas descobriram a tecnologia como forma de ter mais uma plataforma de conexão. A Pizza Hut, por exemplo, criou uma  fatia pixelada e o Taco Bell replicou seus tacos em forma de NFT. Na França, o McDonald´s promoveu uma campanha que sorteou quatro NFTs aos ganhadores em formato dos ícones da rede.


Fernanda Romano explica que, em relação à aplicação prática do NFT para o marketing, existem várias possibilidades. “A economia dos criadores, quando combinada com NFTs, estabelece uma base sólida para um novo modelo de propriedade coletiva. Como marcas, podemos aproveitar a criatividade coletiva para desenvolver novos produtos e serviços com acesso a uma comunidade enorme, que não será remunerada por salário e benefícios, mas por participação na criação e no valor gerado por ela mesma”, explica.


Ela destaca que os NFTs abrem possibilidades para a criação de comunidades autônomas que se auto-regulam, sem a necessidade de uma liderança central. “Mais uma vez, pessoas que se aproximam por afinidades. Todos contribuem, todos enxergam as contribuições e são co-proprietários na medida em que os ativos são negociados. Pense em Roblox, Minecraft e Fortnite: plataformas ‘open-play’ que permitem que os criadores criem seus espaços, seus games, suas conexões e, também, monetizem ideias”, explica. Na semana passada, a Havaianas lançou uma Ilha de Verão dentro do jogo Fortnite, da Epic Games, ampliando sua participação em ecossistemas virtuais.


Fonte: Fast Company

Habilidades de comunicação são essenciais para um bom líder

Foto: Shutterstock

Saber comunicar ideias e comandos de forma objetiva evita equívocos e otimiza as rotinas de produção; além de manter a equipe mais motivada.

Mais do que nunca, contar com boas habilidades de comunicação tornou-se indispensável para qualquer líder nos dias atuais. Gerenciar equipes diversas – algumas, eventualmente, de forma remota – buscar resultados e atender às demandas dos superiores são tarefas que exigem organização, empatia e muito jogo de cintura.

No mundo corporativo, saber comunicar suas ideias e intenções de forma clara e objetiva colabora com o andamento de todos os processos no qual se está inserido.

A importância das habilidades de comunicação

A comunicação é a ferramenta mais poderosa para a gestão de pessoas, pois auxilia os líderes no fornecimento de feedback construtivo, melhora o clima organizacional, e aperfeiçoa a compreensão de objetivos pessoais e profissionais dos colaboradores a fim de mantê-los sempre motivados.

Uma boa comunicação gera clareza, melhora a produtividade, impulsiona o trabalho em equipe e inspira. A má comunicação, por outro lado, resulta no oposto. “Peter Drucker, o ‘pai’ da administração moderna, já dizia: 60% dos problemas administrativos são causados por uma comunicação ineficaz”, ressalta a especialista em Gestão de Recursos Humanos Márcia Bastos, sócia e fundadora da Conexão Talento.

Dentro das equipes, a comunicação precisa ser sempre muito clara e assertiva. Não apenas para que todo o time saiba quais são suas demandas e porque elas precisam ser cumpridas no dia a dia, mas também para que existam laços de confiança entre todos. E é por isso que o líder tem um papel muito importante: afinal, cabe à liderança mediar essas construções e ainda influenciar positivamente a sua equipe. E isso só pode ser feito por meio da comunicação.

Mensagem mal entendida

A má comunicação irá dificultar a realização dos objetivos que a liderança almeja. Podendo gerar falta de confiança no gestor e colocar em jogo sua reputação e a reputação da empresa, por exemplo. Além disso, pode desestimular a equipe e mantê-la letárgica, sem comprometimento com o propósito da organização.

A falta de habilidades de comunicação é visível quando o líder não inspira seus liderados. E isso pode se dar por falta de alinhamento entre, o que o líder pensa, sente ou fala e como ele age. “Esse alinhamento tem que ser pleno para ser genuíno e as pessoas sentirem que o líder acredita no que fala para que, consequentemente, ele receba a confiança do grupo”, explica o especialista em cargos de alta gestão Uranio Bonoldi, professor da Fundação Dom Cabral.

O propósito tem que ser claro e praticado pelo líder. Do contrário, as pessoas e grupos sentem que a comunicação é vazia e não merece confiança.

A falta de comunicação diminui a confiança dos colaboradores e aumenta o estresse. Então, se os funcionários não se sentem seguros em sua função, com seus gestores, ou mesmo com seus colegas, eles não terão a confiança que precisam para ter sucesso.

Segundo Márcia Bastos, estes são alguns problemas que a má comunicação pode gerar nas empresas:

  • Sobrecarga de e-mails;
  • Desorganização de projetos;
  • Mensagens perdidas;
  • Falta de comunicação entre equipes;
  • Reuniões ineficazes;
  • Falta de feedback;
  • Retrabalhos;
  • Desalinhamentos de prazos, entre outros.

Liderando à distância

A liderança por si só já é uma tarefa difícil, quando feita durante o trabalho remoto, ela parece ficar ainda pior. Isso porque a falta da presença física, da interação pessoal e do olho no olho podem causar alguns mal entendidos. “O maior desafio é o da comunicação, como já citamos, mas nessa conta de desafios, ainda podemos citar a falta da autogestão do tempo, e isso o líder pode aprender a melhorá-lo através de algumas iniciativas”, destaca a especialista em Gestão de Recursos Humanos.

Com uma melhor gestão de tempo, o líder vai ser capaz de integrar a equipe e fazer com que o trabalho ande mesmo à distância. E o que esse líder precisa fazer para isso? A resposta é: motivar os seus colaboradores e também se manter motivado. Sabemos que motivação é um tema sempre muito delicado, isso porque cada profissional possui um elemento motivacional diferente.

Enquanto alguns priorizam coisas como um plano de carreira, outros podem se preocupar mais com o salário ou com a flexibilidade da jornada, e quando inseridas essas questões às equipes que trabalham em home office, a motivação será ainda mais complicada.

Márcia Bastos relata ainda que existem ferramentas de comunicação que podem ajudar na motivação e gestão de equipes, são elas: Intranet; mural ou TV corporativa; canais de informações e sugestões; e-mail; newsletter; fóruns de discussões; videoconferências; aplicativos mobile; aplicativo de controle de ponto; ferramenta de otimização de processos.

É importante que os gestores estejam presentes, ainda que remotamente, mas tomando cuidado para não serem invasivos. “Lembre-se de verificar se os colaboradores estão psicologicamente bem, distribuindo bem o tempo entre trabalho, lazer, sono etc. Tudo isso é estar em constante comunicação com suas equipes e buscando resultados sustentáveis”, aconselha Uranio Bonoldi.

Cultivando uma boa comunicação

A boa notícia é que é possível treinar as habilidades de comunicação, desenvolvendo assertividade, organização no ambiente de trabalho e empatia pelos funcionários que estão sendo geridos. Confira alguns tópicos sobre como melhorar a sua comunicação:

  • Ouvir mais do que falar: não é à toa que temos dois ouvidos e somente uma boca. Já foi provado que ser um bom ouvinte é uma das principais características dos líderes bem-sucedidos. É por isso que ótimos líderes praticam a escuta ativa. Eles fazem um esforço sincero para entender o que seus funcionários dizem e mostram que estão prestando atenção.

  • Ser transparente: líderes inspiradores são eles mesmos o tempo todo – não somente nas reuniões e nas avaliações formais. Eles não mascaram seus erros, fazem falsas promessas ou agem de forma secreta. Ao contrário: compartilham informação e conhecimento generosamente. Ao ser franco com a equipe, esse tipo de líder garante que todos se sintam valorizados.

  • Ter momentos com o time: é claro que você não terá agenda para um encontro individual com toda a companhia, mas ter pontos de contato (mesmo que eles sejam casuais) ao longo do caminho pode fazer toda a diferença.

  • Ter tempo para agradecer: a quantidade de agradecimentos dada a uma equipe é diretamente proporcional à quantidade de sucesso desses funcionários. Até mesmo times de baixo desempenho viram melhoria graças ao encorajamento. Mesmo quando estiver pressionado pelo tempo, saiba que um pouco de agradecimento leva longe.

  • Ser construtivo: quando as pessoas precisam de um empurrão, ótimos líderes dão, sim, feedback negativo, mas de uma forma mais eficiente que a maioria. Ao invés de falar com raiva, eles dão feedback de uma maneira calma. Por isso, da próxima vez que precisar chamar a atenção de um funcionário, faça uma pausa antes e reflita se há realmente uma forma de melhorar o que ele fez. Caso não haja, você estará apenas descontando sua raiva.

  • Receber e encorajar o feedback: grandes líderes não têm medo de admitir que erraram, por isso também recebem bem feedbacks.

  • Deixar a porta aberta: a política de portas abertas funciona e é preciso criar um ambiente que permita a qualquer um da equipe se sentir confortável em discutir questões no escritório. Seja sobre um erro, uma ideia inovadora ou uma decisão de carreira, é preciso que os funcionários tenham a confiança de que não estão interrompendo.

  • Explicar o porquê: bons líderes sabem que os funcionários são motivados por coisas que vão além do salário, e eles são capazes de conectar o trabalho duro do dia a dia às paixões das pessoas. Quando eles pedem à equipe para fazer algo ou tentam melhorar o humor de um colega durante uma atividade difícil, eles contam o porquê.

Fonte: Consumidor Moderno

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Empresas precisam de pessoas… com capacidade de transformação!

Lockdown e distanciamento social são ações eficientes e largamente utilizadas no cenário global para a contenção da pandemia de Covid-19. As medidas socialmente restritivas mudaram profundamente os hábitos de consumo, dando maior abertura para as vendas via e-commerce e atuação do time de vendas e atendimento via canais digitais. Mas o que as empresas e as pessoas precisam fazer para se adaptar a esse novo cenário e serem bem-sucedidas?

Frente a esse novo cenário, as empresas necessitam que os colaboradores desenvolvam e utilizem em sua rotina de trabalho alguns soft skills (atitudes e comportamentos) que se mostram tão importantes quando as hard skill (competência técnica necessária para a execução de uma determinada função).

Inteligência emocional é uma dessas soft skills. As pessoas precisam aprender a lidar com mudanças e com situações que as tirem de sua zona de conforto, encarando desafios como uma oportunidade de aprendizado e não uma ameaça. Empresas esperam que seus colaboradores consigam lidar com situações adversas com tranquilidade, serenidade e maturidade.

Criatividade e foco na solução para a resolução de problemas é outra habilidade de fundamental importância. Como o horizonte é incerto e o cenário econômico e social mudou extremamente rápido, as empresas demandam por colaboradores que tenham a capacidade de encontrar opções inteligentes, encontrando caminhos de atuação que continuem fiéis ao propósito da marca.

A produtividade no home office ou a necessidade de realizar vendas e continuar a oferecer um atendimento de excelência aos consumidores via canais digitais, estando ou não presente na loja, aumentou a procura por profissionais que saibam fazer uma gestão do tempo eficaz, conseguindo priorizar atividades, avaliando o que é urgente e o que é importante, além de assumir novas responsabilidades, sem abandonar as já existentes.

A comunicação via canais digitais também exige que os profissionais consigam se comunicar com clareza por meio de texto, áudio ou vídeo. Os múltiplos canais que podem ser utilizados e a necessidade de aprimorar competências também exigem iniciativa para aprender coisas novas e fazer o que precisa ser feito naquele momento com proatividade. É preciso ter um perfil flexível e de rápida adaptação a todas essas mudanças e novas demandas de aprendizado.

Com a transformação acelerada e incessante do mercado, o conceito de lifelong learning (aprendizado ao longo da vida) está cada vez mais forte dentro das empresas. Esse conceito reforça a ideia de que o desenvolvimento profissional vai muito além do processo de educação formal ofertado pelas universidades. É preciso continuar aprendendo dentro das empresas, com seus colegas de trabalho, gestores, buscar fontes alternativas de conhecimento ou dedicar-se a fazer cursos que auxiliem no aprendizado das novas demandas exigidas pelo mercado. Você encontra mais informações sobre formas opções de aprendizado no artigo “As vantagens de explorar o social learning e sobre a necessidade de aprimorar suas competências em “Por que é preciso continuar aprendendo?”, publicados no portal Mercado & Consumo.

Gustavo Tavares, country manager do Top Employers Institute, falou em entrevista à Harward Business Review que “o principal motor de crescimento das empresas está na capacidade de adaptação, inovação e no engajamento dos seus colaboradores”.

A pesquisa Global Digital IQ 2020, realizada e publicada pela PwC, entrevistou 2.380 executivos em todo o mundo para traçar um perfil entre eles e compreender o que faziam em comum para vencer os desafios impostos pela pandemia e conseguir prosperar no mundo digital. Um dos principais fatores que essas empresas tinham em comum é acreditar no “superpoder das pessoas”. Durante a pesquisa, foi identificado que as empresas classificadas como Transcenders (ou Transcendentes) investem mais no aprimoramento de competências, recrutam de um jeito diferente e são capazes de atrair e manter talentos. Cerca de 63% dos executivos entrevistados mudaram os processos de treinamento para ter equipes mais inovadoras, ativas na condução dos negócios e financeiramente responsáveis em suas empresas.

As empresas e o mercado de uma forma geral buscam profissionais que estejam dentro desse perfil de transformação e adaptabilidade e que queiram fazer acontecer. São pessoas assim que vão garantir a sobrevivência e prosperidade das empresas e, consequentemente, construir uma carreira próspera e de sucesso. O que você está fazendo para melhorar a realidade da sua empresa, do seu país e do mundo?

Roberta Andrade é gerente de Soluções da Friedman

Fonte: Mercado & Consumo

B2W AUMENTA APOSTA NO LIVE COMMERCE

Varejista anuncia parceria comercial com a OOOOO para lançar app de live streaming no Brasil e integrá-lo ao seu marketplace

Por Geraldo Samor


A B2W acaba de anunciar uma parceria comercial com a OOOOO para lançar uma plataforma de live commerce, experimentando com uma modalidade que já representa 10% do ecommerce da China e cresce a taxas… chinesas.

A OOOOO (pronúncia: U) é uma plataforma de social commerce lançada no ano passado por Sam Jones, que comandava o aplicativo de vendas Wish, e Eric Zhang, um ex-executivo de tecnologia do TikTok.

A plataforma se tornou o app de compras mais baixado da Inglaterra nos últimos meses.

Com o conceito de ‘entertainment first, shopping later’, a plataforma conecta marcas, criadores e compradores — principalmente o público mais jovem — através de vídeos interativos.

A B2W já estava experimentando com o formato.

Em junho passado, a B2W lançou o Americanas Ao Vivo, um serviço de live commerce nos mesmos moldes da OOOOO, em que influenciadores apresentam produtos e interagem com o cliente. Desde que foi lançado, o Americanas ao Vivo mostrou uma conversão de vendas sete vezes maior que a média do site.

Agora, a companhia está dando um passo para escalar o negócio. A B2W disse que vai lançar o app da OOOOO no Brasil e integrá-lo com seu sortimento e os sellers de seu marketplace. O ex-chefe de ecommerce da Xiaomi na América Latina, In Hsieh, vai comandar a nova plataforma.

O Americanas ao Vivo será mantido em separado por enquanto, mas a ideia é integrar os dois apps mais à frente.


O acordo também prevê a possibilidade de uma joint venture entre as partes.


A B2W vai abrir a plataforma inicialmente para celebridades, influenciadores e sellers do marketplace, mas, no futuro, qualquer usuário poderá abrir uma live e fazer sua venda.


Fonte: Brazil Journa

ALPARGATAS FAZ AQUISIÇÃO PARA SUPRIR SUA LACUNA DIGITAL


Compra da IOASYS leva para a empresa 120 desenvolvedores de software e cria plataforma de aquisição de talentos, treinamento e inovação.

Por Geraldo Samor


A Alpargatas está comprando a IOASYS, uma empresa focada em desenvolver soluções digitais para grandes marcas — uma aquisição que tenta preencher as lacunas tecnológicas da fabricante das sandálias Havaianas em meio à reinvenção dramática do varejo.


A aquisição leva para dentro da Alpargatas cerca de 220 colaboradores-geeks — incluindo 120 desenvolvedores, bem como profissionais de UX, UI, e tecnologias agile — num momento de escassez de mão de obra qualificada dado o boom de startups.


A IOASYS (pronúncia: aio-ÊISIS) pode se tornar para a Alpargatas o que a Luiza Labs foi para o Magalu. O CEO Roberto Funari disse ao Brazil Journal que a Alpargatas pretende usar a IOASYS como “uma plataforma para aquisição de talentos, treinamento e inovação.”

Fundada em 2012 em Belo Horizonte, a IOASYS já fez projetos para clientes como Banco Inter, Burger King, LATAM Airlines, Pfizer, Localiza e Fleury.

O valor da aquisição será de no máximo R$ 200 milhões, e o valor será pago ao longo de cinco anos — parte em dinheiro, parte em ações da Alpargatas.

Os fundadores Walter Galvão Neto e Gilson Vilela Júnior continuarão à frente do negócio, que permanecerá independente mas terá uma equipe dedicada a potencializar o crescimento da marca Havaianas.

A IOASYS vai ajudar a Alpargatas em três grandes frentes:

Acelerar o CRM. Mais de 150 milhões de brasileiros compram pelo menos um par de Havaianas a cada ano. A Alpargatas quer estreitar esse relacionamento, abrindo caminho para o cross-selling de produtos de vestuário e acessórios. A partir de um perfil mais assertivo do cliente, a Alpargatas quer oferecer editoriais de moda e estilo, acesso a promoções e lançamentos customizados, bem como engajamento com atividades da marca.

Serviços omnichannel. A Alpargatas já está implantando o ‘click and collect’ e o ‘ship from store’ em todas as suas 487 lojas no Brasil e 200 lojas no exterior. Mas a IOASYS vai criar outras experiências, incluindo a chamada ‘prateleira infinita,’ que permite que o cliente tenha acesso a todos os SKUs da marca — mesmo que a loja física não os tenha em estoque.

Funari disse ao Brazil Journal que a Alpargatas também está pensando em novos modelos de relacionamento, como assinaturas de produtos. O principal alvo: os chamados ‘HavaLovers’: clientes heavy users que usam as sandálias e são mais propensos a experimentar outras categorias da marca.

Recorrência. Nove em cada 10 clientes que compram Havaianas voltam para comprar o segundo par. A Alpargatas quer investir em soluções digitais para facilitar que o cliente encontre tanto a loja quanto o produto que procura. A IOASYS vai bolar experiências e soluções para que isso aconteça.


Fonte: Brazil Journal

quarta-feira, 5 de maio de 2021

COBASI COMPRA PET ANJO PARA ATENDER “PAIS DE PETS”


Com a aquisição, rede amplia marketplace de serviços para oferecer ecossistema de serviços a uma base de mais de 2 milhões de clientes

Por Victor Sena


Cobasi, empresa dona de megalojas com foco no mercado pet no Brasil e uma das maiores varejistas do segmento, adquiriu 100% da empresa Pet Anjo, plataforma que oferece a intermediação de serviços como dog walker, babá, hospedagem e daycare.


A aquisição ocorre após a Cobasi receber o investimento no valor de R$ 300 milhões da Kinea Private Equity, um dos principais fundos de private equity do país.


Com a Pet Anjo, a Cobasi amplia seu ecossistema do marketplace composto por produtos e serviços e passa a disponibilizar a uma base de mais de 2 milhões de clientes, em todo o território nacional.


Todos os serviços da Pet Anjo estarão disponíveis no site e app da Cobasi e na plataforma da Pet Anjo.


A Pet Anjo tem hoje mais de 9.000 parceiros comerciais cadastrados, presentes em mais de 300 cidades do Brasil, incluindo todas as capitais, e realizou nos últimos anos mais de 110.000 serviços.


Segundo a empresa, a aquisição faz parte de  transformação digital da Cobasi que teve início em 2018.


A Cobasi faturou em 2020 mais de R$ 1,5 bilhão e as vendas online já representam mais de 20% de todo o faturamento da Cia, impulsionadas também pela forte expansão das lojas físicas.


Fonte: Exame