Com 17 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre, o setor de shoppings centers indica um nicho aquecido e que deve continuar crescendo, segundo estudo feito pela consultoria KPMG.
O número de operações entre shoppings é o dobro do registrado no primeiro semestre do ano passado --quando oito novos negócios foram realizados-- e é o segundo melhor primeiro semestre da história do setor.
Apenas em 2007 o desempenho havia sido maior, com 22 transações nos seis meses, segundo a KPMG.
Os dados fazem parte de pesquisa trimestral feita pela consultoria que verifica as fusões e aquisições realizadas em 43 segmentos.
"Hoje acompanhamos o lançamento de novos shoppings em diversos locais do Brasil", disse o sócio da KPMG Marcelo Luiz Ferreira. "O setor está crescendo junto com a população consumidora e as transações devem se manter constantes."
Diferente do que aconteceu em 2007, pontua Ferreira, quando ocorreu a primeira grande onda de lançamentos e de fusões e aquisições, os empreendimentos agora estão espalhados por mais cidades do país, e não apenas nas grandes capitais.
O estudo da KPMG mostrou que, entre as 17 negociações do semestre, onze foram entre empresas nacionais.
Das demais, cinco foram realizadas por empresa de capital estrangeiro adquirindo participação em negócios brasileiros e uma entre empresas majoritariamente estrangeiras com operações no país.
O número de operações entre shoppings é o dobro do registrado no primeiro semestre do ano passado --quando oito novos negócios foram realizados-- e é o segundo melhor primeiro semestre da história do setor.
Apenas em 2007 o desempenho havia sido maior, com 22 transações nos seis meses, segundo a KPMG.
Os dados fazem parte de pesquisa trimestral feita pela consultoria que verifica as fusões e aquisições realizadas em 43 segmentos.
"Hoje acompanhamos o lançamento de novos shoppings em diversos locais do Brasil", disse o sócio da KPMG Marcelo Luiz Ferreira. "O setor está crescendo junto com a população consumidora e as transações devem se manter constantes."
Diferente do que aconteceu em 2007, pontua Ferreira, quando ocorreu a primeira grande onda de lançamentos e de fusões e aquisições, os empreendimentos agora estão espalhados por mais cidades do país, e não apenas nas grandes capitais.
O estudo da KPMG mostrou que, entre as 17 negociações do semestre, onze foram entre empresas nacionais.
Das demais, cinco foram realizadas por empresa de capital estrangeiro adquirindo participação em negócios brasileiros e uma entre empresas majoritariamente estrangeiras com operações no país.
Fonte: Folha Online
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