Investidores se interessam por ativos com contratos de locação de longo prazo e altas multas recisórias.
O outro é o CSHG Renda Urbana, administrado pela Credit Suisse Hedging Griffo, cuja carteira conta com quase 55% de imóveis de supermercados, adquiridos do Walmart em meio à transição pela qual passou a companhia no país – hoje Grupo Big.
A aposta de ambos é em ativos imobiliários com contratos de locação de longo prazo e altas multas em caso de recisão. De acordo com analistas, mais aquisições de imóveis devem ocorrer em 2021, inclusive com a possibilidade de novos players se interessarem em investir em ativos do segmento de varejo. Para as redes do setor, vender imóveis próprios pode significar geração de caixa para ser investido em outras prioridades.
“Um dos poucos segmentos que não fechou de jeito nenhum na pandemia foi o dos supermercados. E os aluguéis atuais foram fixados em período de forte crise no setor (2015 a 2020), o que aumenta a expectativa por aumentos acima da inflação nos próximos anos. O custo para o inquilino trocar de imóvel dificulta a possibilidade de rescindir um contrato”, analisou Ismael Fernandes, especialista no setor, em entrevista ao Valor Investe .
Fonte: SA Varejo
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